“Municípios Verdes”: técnicos do Instituto Peabiru participam de workshop

Equipe recebe capacitação sobre o programa Municípios Verdes e o Cadastro Ambiental Rural (CAR)

Equipe recebe capacitação sobre o programa Municípios Verdes e o Cadastro Ambiental Rural (CAR)

Visando aumentar o conhecimento a respeito de uma das principais iniciativas voltadas à população rural do Pará, a equipe técnica que integra o projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural, realizado no arquipélago do Marajó (ATER-Marajó), participou de um workshop sobre o programa “Municípios Verdes” e o Cadastro Ambiental Rural (CAR). A capacitação ocorreu na última terça-feira (21), na sede do próprio programa.

De acordo com Rosemiro Rodrigues, coordenador de Campo do ATER-Marajó, a expectativa é que o conhecimento adquirido seja repassado junto às produtores rurais que forem visitados pela equipe. “Identificamos a necessidade de capacitar nossos técnicos já que eles precisam perguntar se o produtor rural possui o CAR, isso durante a aplicação dos questionários de pesquisa para o levantamento socioambiental dos assentamentos contemplados pelo projeto”, explica Rosemiro.

Como o ATER-Marajó é um projeto voltado para o manejo sustentável de assentamentos agroextrativistas nos municípios de Ponta de Pedras e Cachoeira do Arari, viu-se também a necessidade de levar a informação sobre o CAR e o “Município Verdes” para os próprios produtores rurais. “Vamos buscar uma mobilização juntos aos gestores locais para que eles também recebam essa capacitação sobre estes temas”, revela o coordenador.

“Quando perguntamos se eles conhecem o CAR, por exemplo, muitos não sabem nem do que se trata. Então com a nossa equipe informada, poderemos explicar sobre o Cadastro e a importância que ele tem principalmente para acesso a programas de financiamento”, conta Rosemiro.

As atividades desenvolvidas pelo projeto ATER-Marajó fazem parte de uma ação conjunta do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) que realizam o Plano Safra da Agricultura Familiar, para promover orientação produtiva para as comunidades da Amazônia. O Instituto Peabiru vai atuar durante 30 meses no desenvolvimento do projeto. Serão atendidas 676 famílias no total.

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