{"id":5519,"date":"2024-07-18T14:14:05","date_gmt":"2024-07-18T17:14:05","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?page_id=5519"},"modified":"2024-07-18T14:14:05","modified_gmt":"2024-07-18T17:14:05","slug":"nectar-da-amazonia-saiba-mais","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/nectar-da-amazonia-saiba-mais\/","title":{"rendered":"N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"http:\/\/www.fundoamazonia.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5699 alignleft\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/fundo-amaz-logopeq.png\" alt=\"Fundo Amaz LOGOpeq\" width=\"229\" height=\"103\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/fundo-amaz-logopeq.png 413w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/fundo-amaz-logopeq-300x134.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 229px) 100vw, 229px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.fundoamazonia.gov.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4027 alignnone\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/nectar-da-amazonia-logo-final-colorido.png\" alt=\"nectar-da-amazonia-logo-final-colorido\" width=\"229\" height=\"128\"><\/a><\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Resumo<\/h2>\n\n\n\n<p>O Projeto&nbsp;<em>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia&nbsp;<\/em>tem como objetivo fortalecer a cadeia de valor&nbsp;do mel de abelhas nativas silvestres em comunidades tradicionais da Amaz\u00f4nia. Trata-se de oportunidade \u00fanica de aliar a gera\u00e7\u00e3o local de renda, combater as queimadas e o desmatamento, promover a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e valorizar os servi\u00e7os ambientais como a poliniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto resulta de dez anos de experi\u00eancia do Instituto Peabiru na tem\u00e1tica e rela\u00e7\u00e3o com as diferentes comunidades envolvidas nos cinco polos beneficiados em dois estados \u2013 &nbsp;Par\u00e1 (Polo Curu\u00e7\u00e1; Polo Calha Norte, inclu\u00edndo os munic\u00edpios de Monte Alegre e Almeirim) e Amap\u00e1 (Polo Macap\u00e1 e Polo Oiapoque).<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto&nbsp;<em>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/em>&nbsp;recebe recursos do Fundo Amaz\u00f4nia (BNDES). A a\u00e7\u00e3o iniciou-se em fins de 2014 com encerramento em outubro de 2018. O projeto consolidou a etapa de multiplica\u00e7\u00e3o das colmeias, capacita\u00e7\u00e3o dos produtores, licenciamento da atividade, fortalecimento dos sistemas agroflorestais piloto e outras atividades associadas. O projeto alcan\u00e7ou benefici\u00e1rios de 24 comunidades em 5 munic\u00edpios.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto \u00e9 pioneiro, a n\u00edvel nacional, ao obter a autoriza\u00e7\u00e3o para os criadores com mais de 50 caixas de abelhas pelo SISFAUNA (sistema de monitoramento de fauna do IBAMA, administrado pelos estados, no caso, Par\u00e1 e Amap\u00e1).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>Subprojeto<\/td><td>Munic\u00edpio<\/td><td>N\u00ba<\/td><td>Comunidades<br>Envolvidas<\/td><\/tr><tr><td>1<\/td><td>Macap\u00e1 &#8211; AP<\/td><td>1<\/td><td>Mel da Pedreira<\/td><\/tr><tr><td>2<\/td><td>S\u00e3o Pedro dos Bois<\/td><\/tr><tr><td>3<\/td><td>Amb\u00e9<\/td><\/tr><tr><td>4<\/td><td>S\u00e3o Tiago<\/td><\/tr><tr><td>2<\/td><td>Oiapoque &#8211; AP<\/td><td>5<\/td><td>A\u00e7aizal<\/td><\/tr><tr><td>6<\/td><td>Tukay<\/td><\/tr><tr><td>7<\/td><td>Galibi<\/td><\/tr><tr><td>8<\/td><td>Ahum\u00e3<\/td><\/tr><tr><td>9<\/td><td>Yawk\u00e1<\/td><\/tr><tr><td>3<\/td><td>Curu\u00e7\u00e1 &#8211; PA<\/td><td>10<\/td><td>Cabeceira<\/td><\/tr><tr><td>11<\/td><td>S\u00e3o Pedro<\/td><\/tr><tr><td>12<\/td><td>Pingo D\u2019\u00e1gua<\/td><\/tr><tr><td>13<\/td><td>Km 50<\/td><\/tr><tr><td>14<\/td><td>Santo Ant\u00f4nio<\/td><\/tr><tr><td>15<\/td><td>Araquaim<\/td><\/tr><tr><td>16<\/td><td>Sede Curu\u00e7\u00e1<\/td><\/tr><tr><td>4<\/td><td>Almeirim &#8211; PA<\/td><td>17<\/td><td>Praia Verde<\/td><\/tr><tr><td>18<\/td><td>Lago Branco<\/td><\/tr><tr><td>Monte Alegre \u2013 PA<\/td><td>19<\/td><td>Ju\u00e7arateua<\/td><\/tr><tr><td>20<\/td><td>Santana<\/td><\/tr><tr><td>21<\/td><td>Nazar\u00e9<\/td><\/tr><tr><td>22<\/td><td>Lages<\/td><\/tr><tr><td>23<\/td><td>6 Unidos<\/td><\/tr><tr><td>24<\/td><td>Pait\u00fana<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>5 munic\u00edpios<\/td><td>24 Comunidades<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Galeria de imagens<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/peabiru.org.br\/en\/multimidia-2\/galeria-de-imagens\/galeria-abelhas-nativas\/\">Clique aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Abrang\u00eancia territorial &#8211;&nbsp;Munic\u00edpios contemplados no projeto:<\/h3>\n\n\n\n<p>&#8211; No Par\u00e1: Curu\u00e7\u00e1, Almeirim e Monte Alegre;<br>&#8211; No Amap\u00e1: Macap\u00e1 e Oiapoque.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Benefici\u00e1rios<\/h3>\n\n\n\n<p>O projeto atende atualmente 101 produtores&nbsp;de 24 comunidades rurais em \u00e1reas quilombolas, ind\u00edgenas e povos e comunidades tradicionais do entorno de unidades de conserva\u00e7\u00e3o (ribeirinhas e extrativistas).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Objetivo do projeto<\/h3>\n\n\n\n<p>Fortalecer a cadeia de valor&nbsp;do mel de abelhas nativas silvestres em comunidades tradicionais de modo a constituir renda complementar&nbsp;sustent\u00e1vel ao desmatamento.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Papel do Instituto Peabiru<\/h3>\n\n\n\n<p>O Instituto Peabiru tem o papel de execu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e financeira do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p>No per\u00edodo, os principais resultados e aprendizados foram:<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Resultados<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Consolida\u00e7\u00e3o dos melipon\u00e1rios e In\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s v\u00e1rios anos de multiplica\u00e7\u00e3o do plantel inicial, a maioria das comunidades chegou aos n\u00fameros vi\u00e1veis para a produ\u00e7\u00e3o de volume desejado de mel por cada fam\u00edlia ou grupo produtor.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesses melipon\u00e1rios consolidados foram instaladas as melgueiras-X que t\u00eam maior capacidade de produ\u00e7\u00e3o de mel. Hoje das 2.596 caixas com abelhas, temos melgueiras-X em 2.140. Na safra de 2018 (outubro a dezembro), h\u00e1 previs\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o de 2 toneladas nas comunidades do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p>Na safra do ano passado (2017), em que apenas Monte Alegre produziu, foram produzidos 301 quilos de mel, sendo 243 quilos comercializados, o que gerou uma renda de R$ 7.290,00 e o restante foi destinado para o consumo da fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o de T\u00e9cnicos Qualificados para atender os territ\u00f3rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Seguramente, os t\u00e9cnicos comunit\u00e1rios s\u00e3o um dos principais atores no processo de consolida\u00e7\u00e3o da Meliponicultura nos polos do projeto. Esses t\u00e9cnicos s\u00e3o os respons\u00e1veis pelo pleno desenvolvimento das col\u00f4nias, assim contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento desse importante patrim\u00f4nio biol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos os t\u00e9cnicos comunit\u00e1rios atuais s\u00e3o os mesmos desde o in\u00edcio do Projeto, o que permite a consolida\u00e7\u00e3o do aprendizado de todo o ciclo do projeto nos territ\u00f3rios. A tabela a seguir apresenta a distribui\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos nos territ\u00f3rios:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>Nome do Monitor<\/td><td>Comunidade\/Munic\u00edpio\/Estado<\/td><\/tr><tr><td>Elizeu<\/td><td>Mel da Pedreira \/ Macap\u00e1 \/ AP<\/td><\/tr><tr><td>Jo\u00e3o Batista (Pared\u00e3o)<\/td><td>S\u00e3o Pedro dos Bois \/ Macap\u00e1 \/ AP<\/td><\/tr><tr><td>Evandro<\/td><td>Aldeia A\u00e7aizal \/ Oiapoque \/ AP<\/td><\/tr><tr><td>Anderson<\/td><td>Aldeia A\u00e7aizal \/ Oiapoque \/ AP<\/td><\/tr><tr><td>Valber<\/td><td>Aldeia Galibi \/ Oiapoque \/AP<\/td><\/tr><tr><td>Silas<\/td><td>Aldeia Tukai<\/td><\/tr><tr><td>F\u00e1bio<\/td><td>Comunidade Lago Branco \/ Almeirim \/ PA<\/td><\/tr><tr><td>Patr\u00edcio<\/td><td>Comunidade Praia Verde \/ Almeirim \/ PA<\/td><\/tr><tr><td>Mazinho<\/td><td>Comunidades:&nbsp; Santana, Paituna, Lages, Seis Unidos, Vila Nova de Nazar\u00e9, Nazar\u00e9 \/ Monte Alegre \/ PA<\/td><\/tr><tr><td>Cleiton<\/td><td>Comunidades: Cabeceira (2), S\u00e3o Pedro, Pingo d\u00e1gua, Km 50, Santo Ant\u00f4nio, Araquaim, Sede de Curu\u00e7\u00e1 \/ Curu\u00e7\u00e1 \/ PA<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Dentre as a\u00e7\u00f5es dos t\u00e9cnicos, destacam-se:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Articula\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o dos benefici\u00e1rios para as atividades coletivas, especialmente para os mutir\u00f5es de limpeza de terreno e multiplica\u00e7\u00e3o dos melipon\u00e1rios;<\/li>\n\n\n\n<li>Assessoria t\u00e9cnica individualizada aos benefici\u00e1rios;<\/li>\n\n\n\n<li>Organiza\u00e7\u00e3o dos eventos de capacita\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>Alimenta\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica das col\u00f4nias;<\/li>\n\n\n\n<li>Monitoramento e avalia\u00e7\u00e3o semanal do desenvolvimento das col\u00f4nias<\/li>\n\n\n\n<li>Manejo do processo de multiplica\u00e7\u00e3o das col\u00f4nias;<\/li>\n\n\n\n<li>Aquisi\u00e7\u00e3o de insumos necess\u00e1rios para alimenta\u00e7\u00e3o e manejo<\/li>\n\n\n\n<li>Presta\u00e7\u00e3o de contas sobre a execu\u00e7\u00e3o financeira local<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Parceria para a comercializa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No \u00faltimo m\u00eas de agosto, a estrat\u00e9gia do Instituto Peabiru de parceria para a comercializa\u00e7\u00e3o deu resultado, e foi aprovado o registro do mel de abelhas sem ferr\u00e3o no Minist\u00e9rio da Agricultura (SIF). Na verdade, foi aprovada a comercializa\u00e7\u00e3o em dois tamanhos de embalagem: 150g e 300g.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de ser o \u00fanico projeto de meliponicultura no Brasil que tem a atividade de manejo autorizada, via SISFAUNA, esse \u00e9 o \u00fanico mel da Amaz\u00f4nia com o selo de inspe\u00e7\u00e3o federal (SIF) e um dos poucos do Brasil. Esse registro permite comercializar a produ\u00e7\u00e3o em todo o Brasil e at\u00e9 exportar para determinados pa\u00edses que aceitam o SIF brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autoriza\u00e7\u00e3o de todo o plantel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No per\u00edodo, buscamos e conseguimos a autoriza\u00e7\u00e3o de manejo (AM) de todos os nossos benefici\u00e1rios, mesmo os que ainda n\u00e3o s\u00e3o obrigados (pois n\u00e3o atingiram um grande n\u00famero de caixas).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa com a Embrapa e UFPA <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma s\u00e9rie de pesquisas foi desenvolvida a partir das a\u00e7\u00f5es e resultados do projeto, especialmente junto a Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental. Entre estas destacam-se:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Estudo dos benef\u00edcios das meliponicultura para as comunidades e o meio ambiente;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Cataloga\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies da flora que as abelhas visitam;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Estudo e aprimoramento do processo de desidrata\u00e7\u00e3o do mel para comercializa\u00e7\u00e3o sem refrigera\u00e7\u00e3o, com \u00edndice de umidade a 20%;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Barcode das abelhas paraenses \u2013 sequenciamento gen\u00e9tico das abelhas sem ferr\u00e3o comumente utilizadas na produ\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estudo de mercado e plano de neg\u00f3cios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No per\u00edodo, com melhores dados e informa\u00e7\u00f5es sobre a cadeia da meliponicultura e com a perspectiva de produ\u00e7\u00e3o balizada, come\u00e7amos a elaborar os estudos sobre os canais de comercializa\u00e7\u00e3o e a aprofundar a modelagem da viabilidade do neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Melipon\u00e1rio Demonstrativo no Instituto Federal do Par\u00e1 (IFPA) campus Castanhal<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No per\u00edodo, foi instalado no Instituto Federal do Para, campus de Castanhal, Par\u00e1, um melipon\u00e1rio demonstrativo para atividades pedag\u00f3gicas a alunos e tamb\u00e9m para produtores das redondezas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Filme N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O filme foi produzido e j\u00e1 apresentado, inclusive aprovado pelo Fundo Amaz\u00f4nia. No m\u00eas de julho, foram editados, a partir do material j\u00e1 captado, outros 3 filmes de 1 minuto para apoiar a divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Simp\u00f3sio Abelhas sem ferr\u00e3o e a Sociobiodiversidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2 de agosto de 2018, o Instituto Peabiru com a participa\u00e7\u00e3o de produtores familiares, pesquisadores da Embrapa, Universidade Federal do Par\u00e1 e Instituto Tecnol\u00f3gico Vale, e o apoio do Museu Goeldi, realizou evento para discutir sobre a cadeia de valor das abelhas sem ferr\u00e3o (mel\u00edponas). O Simp\u00f3sio apresentou os aprendizados de doze anos de trabalho do Programa N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia, do Instituto Peabiru, para o fortalecimento da meliponicultura, e os m\u00faltiplos desafios para sua plena opera\u00e7\u00e3o. Mais informa\u00e7\u00f5es: <a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2018\/08\/07\/instituto-peabiru-realizou-simposio-abelhas-sem-ferrao\/\">https:\/\/peabiru.org.br\/2018\/08\/07\/instituto-peabiru-realizou-simposio-abelhas-sem-ferrao\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Apoio ao entreposto de Mel da Apisal<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia apoiou uma pequena reforma do entreposto de Mel da Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores Org\u00e2nicos de Abelhas de S\u00e3o Jo\u00e3o de Pirabas, Par\u00e1 (APISAL). Com esta reforma o entreposto est\u00e1 solicitando o Selo de Inspe\u00e7\u00e3o Estadual &nbsp;(SIE) para produtos artesanais. Al\u00e9m disso, \u00e9 mais um canal de escoamento da produ\u00e7\u00e3o para os produtores da regi\u00e3o do Salgado Paraense, em especial para os produtores associados ao Peabiru de Curu\u00e7\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aprendizados<\/h2>\n\n\n\n<p>Os aprendizados possibilitados pelo projeto s\u00e3o em m\u00faltiplas dimens\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Consolida\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O processo de multiplica\u00e7\u00e3o de colmeias matrizes ao longo do projeto gerou um plantel dispon\u00edvel que hoje permite \u00e0 instala\u00e7\u00e3o de melipon\u00e1rios direcionados exclusivamente para a produ\u00e7\u00e3o de mel em ciclos curtos, que \u00e9 o caso dos melipon\u00e1rios rec\u00e9m instalados em Curralinho, no Maraj\u00f3, e na comunidade Quilombola de Burajuba, em Barcarena. Essas comunidades, atrav\u00e9s de outros financiadores, adquiriram colmeias dos produtores do projeto, sem redu\u00e7\u00e3o do plantel, apenas com a multiplica\u00e7\u00e3o direcionada \u00e0 venda, o que gerou uma renda significativa para as fam\u00edlias, j\u00e1 que uma colmeia est\u00e1 sendo vendida a R$ 300,00.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo lado de quem compra, a vantagem \u00e9 a possibilidade de produ\u00e7\u00e3o de mel em 6 meses, como \u00e9 caso da comunidade de Burajuba, onde o melipon\u00e1rio com 30 caixas foi instalado em junho desse ano e j\u00e1 ir\u00e1 produzir, aproximadamente, 60 quilos de mel em novembro. Poucas atividades agr\u00edcolas permitem um ciclo produtivo t\u00e3o curto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda em termos de consolida\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva, pode-se citar a forma\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos capacitados para o manejo da meliponicultura. Quando o projeto come\u00e7ou n\u00e3o havia t\u00e9cnicos especializados em meliponicultura nos munic\u00edpios atendidos, hoje t\u00eam-se pelo menos um t\u00e9cnico em cada munic\u00edpio atendido, ou seja, cinco no total. Al\u00e9m disso, h\u00e1 produtores altamente capacitados para o manejo, especialmente das partes de alimenta\u00e7\u00e3o e multiplica\u00e7\u00e3o das col\u00f4nias e coleta e armazenamento de mel.<\/p>\n\n\n\n<p>Cita-se ainda que h\u00e1 uma rede de prestadores de servi\u00e7os e fornecedores que aprenderam os par\u00e2metros de qualidade exigidos pela atividade. S\u00e3o desde marceneiros locais que fornecem caixas padronizadas com todos os requisitos exigidos, prestadores de servi\u00e7os de log\u00edstica (barqueiros, motoristas, carreteiros etc.) a fornecedores de insumos que passaram a emitir nota fiscal para o projeto.<\/p>\n\n\n\n<p>Para encerrar, \u00e9 importante ilustrar como hoje tornou-se f\u00e1cil implementar projetos de meliponicultura no Par\u00e1 e Amap\u00e1. Tanto em Curralinho como em Barcarena, locais novos que n\u00e3o fazem parte do projeto, foram implementados melipon\u00e1rios em poucos dias. Colmeias-matrizes dispon\u00edveis para a venda (sem redu\u00e7\u00e3o de plantel), caixas padronizadas confeccionadas facilmente por marceneiros capacitados, log\u00edstica conhecida e t\u00e9cnicos dispon\u00edveis para prestar assist\u00eancia t\u00e9cnica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tecnologia social para aprendizagem do trabalho coletivo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando o projeto come\u00e7ou, em muitas comunidades havia apenas poucas colmeias iniciais para multiplica\u00e7\u00e3o. Esclarecendo para o grupo social que os recursos s\u00e3o limitados e n\u00e3o teria como o respons\u00e1vel t\u00e9cnico atender \u00e0s fam\u00edlias individualmente, as fam\u00edlias entendem que ter\u00e3o que trabalhar junto durante um per\u00edodo determinado de multiplica\u00e7\u00e3o das colmeias para depois se dividirem. Nesse per\u00edodo, o amontoado de fam\u00edlias come\u00e7a a se enxergar enquanto grupo identit\u00e1rio, a no\u00e7\u00e3o de coletividade \u00e9 aprimorada e o territ\u00f3rio compartilhado revela-se. A partir desse momento, a gest\u00e3o sobre os recursos naturais e o pr\u00f3prio territ\u00f3rio se dinamiza.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Comercializa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como a produ\u00e7\u00e3o do mel ainda \u00e9 pouca, a safra dura pouco meses, e as comunidades produtoras est\u00e3o dispersas territorialmente, o instituto Peabiru entendeu que n\u00e3o compensaria buscar investimentos para uma casa de mel ou mesmo um entreposto nesse momento. A estrat\u00e9gia foi buscar um parceiro com capacidade dispon\u00edvel para beneficiar o mel. Encontrou-se um entreposto de mel com selo de inspe\u00e7\u00e3o federal (SIF) que registrou o produto no MAPA, o que dificilmente qualquer grupo comunit\u00e1rio conseguiria em curto ou m\u00e9dio prazo. Essa estrat\u00e9gia permite ainda eliminar de uma s\u00e9rie de requisitos burocr\u00e1ticos como profissionais tanto de ordem sanit\u00e1ria quanto de ordem cont\u00e1bil-administrativa para um empreendimento do tipo. Esse aprendizado foi incorporado aos outros produtos trabalhados pelo Instituto Peabiru que ser\u00e3o beneficiados em parcerias tipo <em>joint venture<\/em> tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p>Demais detalhes nos documentos anexos e not\u00edcias relacionadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Visite a galeria de fotos &#8211;&nbsp;<a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/multimidia-2\/galeria-de-imagens\/galeria-abelhas-nativas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Galeria de fotos do Projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;Produtos<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Produto T\u00e9cnico 1 <\/strong>&#8211;\u00a0<a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/150625-nectar-prod-tecnico-1-diagnostico-situacao.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Diagn\u00f3stico da Situa\u00e7\u00e3o de Partida dos Melipon\u00e1rios do<\/a>\u00a0<a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/150625-nectar-prod-tecnico-1-diagnostico-situacao.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia (clique para baixar &#8211; PDF)<\/a>\u00a0publicado em junho de 2015.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Produto T\u00e9cnico 2<\/strong> \u2013 <strong>Relat\u00f3rio Parcial<\/strong> &#8211;\u00a0<a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/nectar-da-amazonia-relatc3b3rio-2_site.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Relat\u00f3rio parcial (agosto 2015 &#8211; agosto 2016)<\/a>\u00a0publicado em setembro de 2016.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>\u00c1lbum Fotogr\u00e1fico <\/strong>(at\u00e9 set. 2016)<strong> &#8211;\u00a0<\/strong><a title=\"albumfotos_set-2016-nectar-da-amaz-peabiru-2o-relat\" href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/albumfotos_set-2016-nectar-da-amaz-peabiru-2o-relat.pdf\">fotos N\u00e9ctar set-2016<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Produto T\u00e9cnico 3\u00a0\u2013 Relat\u00f3rio Parcial\u00a0<\/strong>&#8211; <a title=\"170711-NectardaAmazonia_relat3\" href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/170711-nectardaamazonia_relat3.pdf\">Relat\u00f3rio parcial (setembro 2016 &#8211; maio de 2017)<\/a>\u00a0publicado em junho de 2017.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Autoriza\u00e7\u00f5es legais<\/strong> para a cria\u00e7\u00e3o de abelhas nativas nos estados do <a title=\"Autoriza\u00e7\u00f5es SEMAS PARA\" href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/autorizac3a7c3b5es-semas-para.pdf\">Par\u00e1<\/a>\u00a0e <a title=\"Autoriza\u00e7\u00f5es SEMA AMAPA\" href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/autorizac3a7c3b5es-sema-amapa.pdf\">Amap\u00e1<\/a>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Produto T\u00e9cnico 4 &#8211; Relat\u00f3rio Parcial &#8211;\u00a0<a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/181016_relatorio04desempenhonectaramazonia.pdf\">Relat\u00f3rio de desempenho N\u00ba 04 (junho de 2017 a outubro de 2018)<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Equipe Respons\u00e1vel<\/h3>\n\n\n\n<p>Jo\u00e3o Meirelles Filho, supervis\u00e3o geral<\/p>\n\n\n\n<p>Herm\u00f3genes S\u00e1, coordena\u00e7\u00e3o&nbsp;\u2013 <span style=\"color:#0066cc;\"><a href=\"mailto:hermogenes@peabiru.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">hermogenes@peabiru.org.br<\/a><br><\/span> Fernando Oliveira \u2013 coordenador t\u00e9cnico<br>Ma\u00edra Parente, administra\u00e7\u00e3o \u2013 <a href=\"mailto:maira@peabiru.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">maira@peabiru.org.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">T\u00e9cnicos de milipon\u00e1rios nas comunidades&nbsp;<strong>(bolsistas)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><em>Terras Ind\u00edgenas do Oiapoque, Oiapoque, AP<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Anderson dos Santos Damasceno , Aldeia A\u00e7aizal, Karipuna<\/p>\n\n\n\n<p>Manoel Evandro Damasceno Forte Karipuna, Aldeia A\u00e7aizal (articulador local),<\/p>\n\n\n\n<p>Silas Maciel, Aldeia Tukay<\/p>\n\n\n\n<p>Valber Rog\u00e9rio Jeanjacques, Aldeia S\u00e3o Jos\u00e9 dos Galybi (Galybi).<\/p>\n\n\n\n<p><em>Territ\u00f3rios Quilombolas, Macap\u00e1, AP<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Elielton Cirilo dos Santos, Mel da Pedreira<\/p>\n\n\n\n<p>Arleson Miranda Fortunato, S\u00e3o Pedro dos Bois<\/p>\n\n\n\n<p><em>Calha Norte &#8211; Almeirim, PA<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>F\u00e1bio Souza Gama, Lago Branco<\/p>\n\n\n\n<p>Patr\u00edcia Serra Ferreira, Praia Verde<\/p>\n\n\n\n<p><em>Calha Norte &#8211; Monte Alegre, PA<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Mazinho Brito da Silva, comunidades de Monte Alegre<\/p>\n\n\n\n<p><em>Curu\u00e7\u00e1, PA<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Cleiton Santos<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Contrato do Projeto<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bndes_mel_baixa.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para baixar o contrato do projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Not\u00edcias do projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/peabiru.org.br\/en\/tag\/nectar-da-amazonia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui <\/a>para ler as not\u00edcias do&nbsp; nosso site sobre o projeto;<\/p>\n\n\n\n<p>Veja aqui o que a imprensa fala do projeto<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-ciclovivo wp-block-embed-ciclovivo\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"oB03cOYqJG\"><a href=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/planeta\/desenvolvimento\/mel-de-abelhas-nativas-pode-gerar-renda-para-1-milhao-de-agricultores-na-amazonia\/\">Mel de abelhas nativas pode gerar renda para 1 milh\u00e3o de agricultores na Amaz\u00f4nia<\/a><\/blockquote><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Mel de abelhas nativas pode gerar renda para 1 milh\u00e3o de agricultores na Amaz\u00f4nia&#8221; &#8212; CicloVivo\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/planeta\/desenvolvimento\/mel-de-abelhas-nativas-pode-gerar-renda-para-1-milhao-de-agricultores-na-amazonia\/embed\/#?secret=Wa8Z3eTNTv#?secret=oB03cOYqJG\" data-secret=\"oB03cOYqJG\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Projeto\u00a0N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia, do Instituto Peabiru,\u00a0tem como objetivo fortalecer a cadeia de valor\u00a0do mel de abelhas nativas silvestres em comunidades tradicionais da Amaz\u00f4nia. <\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":5699,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"footnotes":""},"class_list":["post-5519","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5519","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5519"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5519\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14666,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5519\/revisions\/14666"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5699"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5519"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}