{"id":1978,"date":"2013-08-16T10:32:36","date_gmt":"2013-08-16T13:32:36","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=1978"},"modified":"2013-08-16T10:32:36","modified_gmt":"2013-08-16T13:32:36","slug":"problemas-com-armazenamento-prejudicam-producao-de-andiroba-no-marajo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2013\/08\/16\/problemas-com-armazenamento-prejudicam-producao-de-andiroba-no-marajo\/","title":{"rendered":"Problemas com armazenamento prejudicam produ\u00e7\u00e3o de andiroba no Maraj\u00f3"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1979\" style=\"width: 530px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/oficina-andiroba\/\" rel=\"attachment wp-att-1979\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1979\" class=\"size-full wp-image-1979\" alt=\"Participantes\" src=\"http:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/oficina-andiroba.jpg\" width=\"520\" height=\"390\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/oficina-andiroba.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/oficina-andiroba-300x225.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/oficina-andiroba-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/oficina-andiroba-768x576.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/oficina-andiroba-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/oficina-andiroba-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1979\" class=\"wp-caption-text\">Participantes da oficina de mapeamento e planejamento estrat\u00e9gico da APL da andiroba (Foto: Instituto Peabiru.<\/p><\/div>\n<p>Com grande apelo no mercado de cosm\u00e9ticos e fitoter\u00e1picos, a andiroba coletada por comunidades extrativistas do arquip\u00e9lago do Maraj\u00f3, no Par\u00e1, enfrenta muitos problemas para chegar ao mercado.\u00a0 Segundo o relat\u00f3rio com os primeiros resultados do projeto de fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais (APL\u2019s) da andiroba, elaborado pelo Instituto Peabiru, como parte do Programa Viva Maraj\u00f3, o armazenamento do produto in natura, a falta de pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas que regulamentem a atividade e a atua\u00e7\u00e3o de atravessadores, s\u00e3o grandes gargalos.<\/p>\n<p>O documento foi constru\u00eddo a partir da participa\u00e7\u00e3o de atores locais dos munic\u00edpios de Afu\u00e1, Bagre, Chaves, Curralinho, Gurup\u00e1, Melga\u00e7o, Muan\u00e1, Portel, Soure e Salvaterra, no Maraj\u00f3, e outras institui\u00e7\u00f5es parceiras, associa\u00e7\u00f5es e sindicatos rurais, \u00f3rg\u00e3os governamentais, ONGs e empresas. De acordo com Let\u00edcia Sales, representante do Conselho Nacional das Popula\u00e7\u00f5es Extrativistas da Amaz\u00f4nia (CNS), \u00e9 necess\u00e1rio pesquisas para melhorar o armazenamento e conseguir maior durabilidade do produto. \u201cExiste um grande problema na produ\u00e7\u00e3o da andiroba, ela estraga muito r\u00e1pido\u201d, destaca.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio aponta que as dificuldades na conserva\u00e7\u00e3o da semente e do \u00f3leo da andiroba implicam na regularidade da oferta e no volume reduzido da produ\u00e7\u00e3o diante da demanda crescente de consumo, al\u00e9m de agregar pouco valor ao produto. Segundo Fortunato Brito, da Associa\u00e7\u00e3o dos Moradores da Resex Mapu\u00e1 (Amorema), a extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo e o processamento s\u00e3o feitos de forma tradicional nas comunidades. \u201cN\u00f3s extra\u00edmos o \u00f3leo e guardamos em casa, quando chega algu\u00e9m querendo comprar, ent\u00e3o vendemos\u201d, conta.<\/p>\n<p>O levantamento revela que n\u00e3o h\u00e1 transpar\u00eancia nas rela\u00e7\u00f5es entre os atores da cadeia pela complexidade do meio de comercializa\u00e7\u00e3o da andiroba. De acordo com o relat\u00f3rio, o \u00a0atravessador chega \u00e0 comunidade, compra uma pequena produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo, armazena e revende. Cooperativas que compram de pessoas n\u00e3o cooperadas tornam-se uma esp\u00e9cie de atravessador.<\/p>\n<p>O mapeamento e planejamento estrat\u00e9gico da APL da Andiroba foi realizado durante oficina com os atores locais, em Bel\u00e9m, durante o m\u00eas de maio, ministrada por Angela Kaxuyana, t\u00e9cnica do Instituto Peabiru. Os trabalhos do projeto continuam durante todo o ano com o objetivo de \u00a0capacitar, qualificar e aprimorar de processos operacionais da cadeia de valor. \u00a0<\/p>\n<p>Foi formado ainda o N\u00facleo Gestor do APL da Andiroba, com a participa\u00e7\u00e3o dos marajoaras e de institui\u00e7\u00f5es\u00a0 como o CNS, <a href=\"http:\/\/www.senar.org.br\/\">\u00a0Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural<\/a> (Senar), ICMBio, Associa\u00e7\u00e3o M\u00e3e da Reserva Extrativista de Soure (Asurema), Associa\u00e7\u00e3o Umarizal, entre outros. O N\u00facleo ter\u00e1 com principal fun\u00e7\u00e3o o desenvolvimento e monitoramento das a\u00e7\u00f5es contidas no Planejamento Estrat\u00e9gico constru\u00eddos pelos participantes.<\/p>\n<p>O projeto tem o apoio do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. A Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica Alem\u00e3 (GIZ), o Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Maraj\u00f3 (Codetem) e o Conselho Nacional das Popula\u00e7\u00f5es Extrativistas (CNS) s\u00e3o parceiros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com grande apelo no mercado de cosm\u00e9ticos e fitoter\u00e1picos, a andiroba coletada por comunidades extrativistas do arquip\u00e9lago do Maraj\u00f3, no Par\u00e1, enfrenta muitos problemas para chegar ao mercado.\u00a0 Segundo o relat\u00f3rio com os primeiros resultados do projeto de fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais (APL\u2019s) da andiroba, elaborado pelo Instituto Peabiru, como parte do Programa Viva [&hellip;]<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":1979,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[71,75,84,100,378,439,643,685,732,764],"class_list":["post-1978","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-amorema","tag-andiroba","tag-arranjos-produtivos-locais","tag-asurema","tag-giz","tag-instituto-peabiru","tag-pnud","tag-programa-viva-marajo","tag-resex-mapua","tag-salvaterra"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/oficina-andiroba.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1978","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1978"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1978\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1979"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1978"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1978"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1978"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}