{"id":1983,"date":"2013-08-19T15:16:04","date_gmt":"2013-08-19T18:16:04","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=1983"},"modified":"2013-08-19T15:16:04","modified_gmt":"2013-08-19T18:16:04","slug":"instituto-peabiru-prestara-assistencia-tecnica-a-comunidades-agroextrativistas-de-ponta-de-pedras-e-cachoeira-do-arari-no-para","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2013\/08\/19\/instituto-peabiru-prestara-assistencia-tecnica-a-comunidades-agroextrativistas-de-ponta-de-pedras-e-cachoeira-do-arari-no-para\/","title":{"rendered":"Instituto Peabiru prestar\u00e1 assist\u00eancia t\u00e9cnica a comunidades agroextrativistas de Ponta de Pedras e Cachoeira do Arari, no Par\u00e1"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1984\" style=\"width: 530px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/cachoeira-do-arari_varzea\/\" rel=\"attachment wp-att-1984\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1984\" class=\"size-full wp-image-1984\" alt=\"\u00c1reas de v\u00e1rzea de Cachoeira do Arari, \u00e1rea onde se localizam os assentamentos agroextrativistas (Foto: Instituto Peabiru)\" src=\"http:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/cachoeira-do-arari_varzea.jpg\" width=\"520\" height=\"390\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/cachoeira-do-arari_varzea.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/cachoeira-do-arari_varzea-300x225.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/cachoeira-do-arari_varzea-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/cachoeira-do-arari_varzea-768x576.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/cachoeira-do-arari_varzea-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/cachoeira-do-arari_varzea-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1984\" class=\"wp-caption-text\">\u00c1reas de v\u00e1rzea de Cachoeira do Arari, no Maraj\u00f3,\u00a0 onde se localizam os assentamentos agroextrativistas (Foto: Instituto Peabiru)<\/p><\/div>\n<p>O Instituto Peabiru est\u00e1 ampliando sua atua\u00e7\u00e3o no Arquip\u00e9lago do Maraj\u00f3, onde desenvolve o Programa Viva Maraj\u00f3 desde 2009. No \u00faltimo dia 15, o diretor da institui\u00e7\u00e3o, Jo\u00e3o Meirelles Filho, assinou contrato de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (Ater) para agroextrativistas com o Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (INCRA), voltado para o manejo sustent\u00e1vel de assentamentos agroextrativistas nos munic\u00edpios de Ponta de Pedras e Cachoeira do Arari, no Par\u00e1. A assinatura faz parte de uma a\u00e7\u00e3o conjunta do INCRA e do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio (MDA) que realizam o\u00a0 Plano Safra da Agricultura Familiar, para promover orienta\u00e7\u00e3o produtiva para as comunidades da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>A ONG vai atuar durante 30 meses em cinco assentamentos agroextrativistas: Ilhas de Urubuquara e Xipai\u00e1, em Cachoeira do Arari; e Ilhas Santana, Set\u00fabal e Soberana, em Ponta de Pedras. Ser\u00e3o atendidas 676 fam\u00edlias no total. Segundo a proposta do Instituto Peabiru, as a\u00e7\u00f5es ser\u00e3o iniciados com a realiza\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3sticos socioecon\u00f4micos nas comunidades, como ponto de partida para a elabora\u00e7\u00e3o participativa de planos de organiza\u00e7\u00e3o social, desenvolvimento de atividades produtiva e comercializa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p>Ao longo do projeto ser\u00e3o realizadas diversas oficinas de capacita\u00e7\u00e3o e acompanhamento t\u00e9cnico de fam\u00edlias extrativistas, tais como fortalecimento de organiza\u00e7\u00e3o social, gest\u00e3o de empreendimentos comunit\u00e1rios, boas pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o, acesso a pol\u00edticas p\u00fablicas, entre outros. Segundo Meirelles, o fortalecimento da capacidade das organiza\u00e7\u00f5es socioambientais e econ\u00f4micas do Maraj\u00f3 \u00e9 fundamental para que o marajoara tenha canais leg\u00edtimos de manifesta\u00e7\u00e3o, reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o. \u201cNeste processo de desenvolvimento, \u00e9 preciso buscar a identifica\u00e7\u00e3o da origem da produ\u00e7\u00e3o da agricultura familiar de baixo impacto, associada ao conhecimento tradicional e de car\u00e1ter inclusivo da regi\u00e3o\u201d, destaca.<\/p>\n<p>A proposta do Instituto Peabiru foi contemplada na chamada p\u00fablica para sele\u00e7\u00e3o de entidades executoras de assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural em Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o de uso sustent\u00e1vel e agroextrativista e projetos de assentamento (Lei 12.188, de 11 de janeiro de 2010) da Programa Nacional de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (PNATER).<\/p>\n<p>A ONG tem mais tr\u00eas projetos em andamento no Maraj\u00f3, um deles \u00e9 o Maraj\u00f3 Viva Pesca, selecionado no Edital Petrobras Ambiental 2012 para atuar na conserva\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies pesqueiras em estado de sobrepesca no Rio Canaticu, no munic\u00edpio de Curralinho, que ser\u00e1 iniciado nas pr\u00f3ximas semanas. Outro \u00e9 o projeto de Fortalecimento do Arranjo Produtivo Local (APL) do a\u00e7a\u00ed e da andiroba, financiado pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. As atividades t\u00eam o objetivo de \u00a0capacitar, qualificar e aprimorar de processos operacionais dessas cadeias de valor. Al\u00e9m disto, o Instituto Peabiru monitora o impacto da monocultura do arroz no Maraj\u00f3, particularmente nos munic\u00edpios de Cachoeira do Arari e Salvaterra.<\/p>\n<p>O Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Maraj\u00f3 (CODETEM), relacionado ao Territ\u00f3rio da Cidadania, pol\u00edtica coordenada pelo MDA, \u00e9 um dos principais parceiros da ONG nas a\u00e7\u00f5es na mesorregi\u00e3o do Maraj\u00f3.<\/p>\n<p>Saiba mais sobre o trabalho do Instituto Peabiru no Maraj\u00f3 na publica\u00e7\u00e3o <a title=\"Viva Maraj\u00f3 Relat\u00f3rio 3 anos\" href=\"http:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/peabiru2013_viva-marajocc81_3-anos-atividades.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Viva Maraj\u00f3: ordenamento fundi\u00e1rio em um territ\u00f3rio verde. Aprendizados e desafios de 3 anos de trabalho<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto Peabiru est\u00e1 ampliando sua atua\u00e7\u00e3o no Arquip\u00e9lago do Maraj\u00f3, onde desenvolve o Programa Viva Maraj\u00f3 desde 2009. 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