{"id":2623,"date":"2014-06-03T16:43:38","date_gmt":"2014-06-03T19:43:38","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=2623"},"modified":"2014-06-03T16:43:38","modified_gmt":"2014-06-03T19:43:38","slug":"projeto-ater-marajo-ja-atendeu-mais-de-400-familias-no-marajo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2014\/06\/03\/projeto-ater-marajo-ja-atendeu-mais-de-400-familias-no-marajo\/","title":{"rendered":"Projeto ATER-Maraj\u00f3 j\u00e1 atendeu mais de 400 fam\u00edlias no Maraj\u00f3"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_2624\" style=\"width: 530px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2624\" class=\"size-medium wp-image-2624\" src=\"http:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/140530_ater_site_balanco.jpg?w=520\" alt=\"Equipe do ATER-Maraj\u00f3 e atividade de campo\" width=\"520\" height=\"390\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/140530_ater_site_balanco.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/140530_ater_site_balanco-300x225.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/140530_ater_site_balanco-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/140530_ater_site_balanco-768x576.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/140530_ater_site_balanco-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/140530_ater_site_balanco-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><p id=\"caption-attachment-2624\" class=\"wp-caption-text\">Equipe do ATER-Maraj\u00f3 e atividade de campo<\/p><\/div>\n<p>O Instituto Peabiru est\u00e1 h\u00e1 cinco meses com atividades do projeto de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural no arquip\u00e9lago do Maraj\u00f3 (ATER-Maraj\u00f3). A equipe t\u00e9cnica j\u00e1 prestou assist\u00eancia para mais de 400 fam\u00edlias dos projetos de assentamentos agroextrativistas de cinco Ilhas benefici\u00e1rias, nos munic\u00edpios de Ponta de Pedras e Cachoeira do Arari.<\/p>\n<p>Este total, de 400 fam\u00edlias, representa mais da metade das fam\u00edlias inicialmente previstas no projeto e que \u00e9 comemorado pelos profissionais envolvidos. Isto porque as dist\u00e2ncias e dificuldades de locomo\u00e7\u00e3o por barco na regi\u00e3o s\u00e3o um grande desafio. Tudo superado a partir do esfor\u00e7o da equipe, com capacita\u00e7\u00f5es e, principalmente, com a confian\u00e7a dos (as) produtores (as) rurais e pescadores (as).<\/p>\n<p>\u201cComo em toda Amaz\u00f4nia, estamos encontrando dificuldades por conta das diferentes geografias marajoaras, compostas por furos, praias, igarap\u00e9s e lagos. Com isso, levamos mais tempo em campo. Al\u00e9m disso, muitas das fam\u00edlias est\u00e3o em \u00e1reas de Ilhas distantes e de dif\u00edcil acesso pela equipe, mas conseguimos chegar at\u00e9 onde elas est\u00e3o\u201d, relata Rosemiro Neto, coordenador de campo do ATER-Maraj\u00f3 pelo Instituto Peabiru.<\/p>\n<p>E para superar estes desafios, \u00e9 necess\u00e1rio muito planejamento. Os assentamentos s\u00e3o articulados e mobilizados pelos agentes mobilizadores dos dois munic\u00edpios Feito isso, a equipe t\u00e9cnica vai a campo, utilizando meios de transportes fluviais. Segundo Rosemiro, o ponto de partida para isso acontecer \u00e9 um mapeamento das unidades produtivas familiar (UPF). \u201cChamamos essa etapa de pr\u00e9-campo, com identifica\u00e7\u00e3o dos ramais, loca\u00e7\u00f5es, posi\u00e7\u00f5es ou igarap\u00e9s, ou nome que se comumente d\u00e1 no local e\/ou \u00e0s pr\u00f3prias fam\u00edlias. Com a ajuda de lideran\u00e7as e jovens conseguimos chegar nas UPF\u201d.<\/p>\n<p>Para os t\u00e9cnicos do Instituto Peabiru, a dificuldade \u00e9 recompensada pela recep\u00e7\u00e3o nas comunidades. \u201cS\u00e3o fam\u00edlias humildes que recebem nossos colaboradores com carinho e passam com estes aproximadamente uma hora e meia realizando pesquisa sobre suas moradias, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, lazer, organiza\u00e7\u00e3o social, produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o da agricultura, extrativismo e pesca\u201d, diz Rosemiro.<\/p>\n<p><strong>Capacita\u00e7\u00e3o e uso de tecnologia<\/strong><br \/>\nPara dar qualidade \u00e0 assist\u00eancia t\u00e9cnica prestada, a equipe do Instituto Peabiru passou por capacita\u00e7\u00e3o no uso de ferramentas de campo e sistemas utilizados para o lan\u00e7amento de dados dos benefici\u00e1rios do projeto. Um destes momentos foi a forma\u00e7\u00e3o para manusear o SIATER, sistema do INCRA onde s\u00e3o lan\u00e7ados os dados das (os) titulares inscritos em RB (rela\u00e7\u00e3o de benefici\u00e1rios). Esta forma\u00e7\u00e3o ocorreu no per\u00edodo de 12 a 13 de fevereiro na sede do INCRA em Bel\u00e9m com a participa\u00e7\u00e3o de 4 t\u00e9cnicos (as) do ATER.<br \/>\nOutra capacita\u00e7\u00e3o foi o treinamento para a utiliza\u00e7\u00e3o de tablets com a tecnologia Mobile Survey (leia mais aqui). \u201cNo inicio foi desafiador utilizar o tablet, pois a equipe precisava, primeiramente, dominar a ferramenta. A partir das orienta\u00e7\u00f5es repassadas pela t\u00e9cnica de inform\u00e1tica, pela ger\u00eancia e pela coordena\u00e7\u00e3o do projeto a ferramenta mostrou-se altamente eficiente, o que facilita bastante nosso trabalho\u201d, relembra Rosemiro.<br \/>\n<strong>N\u00facleo operacional \u00e9 centro de refer\u00eancia<\/strong><br \/>\nE para facilitar o contato com as fam\u00edlias, tamb\u00e9m foi inaugurado um n\u00facleo operacional com sede em Ponta de Pedras que, entre outras fun\u00e7\u00f5es, recebe visitas dos produtores rurais. De acordo com Rosemiro, as visitas ao escrit\u00f3rio ocorrem frequentemente. Uma das \u00faltimas visitas foi a do l\u00edder comunit\u00e1rio do PAE Ilha Setubal, Wesley Ferreira. \u201cEle nos procurou para darmos uma forma\u00e7\u00e3o sobre horticultura org\u00e2nica em uma escola do assentamento. Isso para n\u00f3s \u00e9 muito gratificante, pois come\u00e7amos a perceber que eles est\u00e3o apostando e confiando em nosso trabalho\u201d, avalia o coordenador de campo.<br \/>\nAl\u00e9m disso, por conta deste trabalho, o Instituto Peabiru j\u00e1 participou de uma Audi\u00eancia P\u00fablica sobre a seguran\u00e7a no munic\u00edpio de Ponta de Pedras, a convite do l\u00edder comunit\u00e1rio do PAE Ilha Setubal, onde participaram \u00f3rg\u00e3os da seguran\u00e7a p\u00fablica local como as pol\u00edcias civil e militar, o poder p\u00fablico local. Este evento teve a participa\u00e7\u00e3o de 112 pessoas na comunidade Porto Santo.<br \/>\nAs atividades desenvolvidas pelo projeto ATER-Maraj\u00f3 fazem parte de uma a\u00e7\u00e3o do Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (INCRA) e do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio (MDA), atrav\u00e9s da chamada p\u00fablica 01\/2013, lote 19, para promover assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural com orienta\u00e7\u00e3o produtiva para as comunidades da Amaz\u00f4nia. O Instituto Peabiru vai atuar durante 30 meses no desenvolvimento do projeto. Ser\u00e3o atendidas 676 fam\u00edlias no total.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto Peabiru est\u00e1 h\u00e1 cinco meses com atividades do projeto de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural no arquip\u00e9lago do Maraj\u00f3 (ATER-Maraj\u00f3). 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