{"id":3422,"date":"2015-11-06T11:09:38","date_gmt":"2015-11-06T14:09:38","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=3422"},"modified":"2015-11-06T11:09:38","modified_gmt":"2015-11-06T14:09:38","slug":"centro-global-de-gastronomia-e-biodiversidade-e-oportunidade-impar-para-valorizacao-da-sociobiodiversidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2015\/11\/06\/centro-global-de-gastronomia-e-biodiversidade-e-oportunidade-impar-para-valorizacao-da-sociobiodiversidade\/","title":{"rendered":"Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade \u00e9 oportunidade impar para valoriza\u00e7\u00e3o da sociobiodiversidade"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_3423\" style=\"width: 530px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3423\" class=\"size-full wp-image-3423\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/61090_179588.jpg\" alt=\"Bel\u00e9m ganhar\u00e1 Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade na Amaz\u00f4nia | FOTO: ELISEU DIAS\/ ARQUIVO AG. PAR\u00c1\" width=\"520\" height=\"347\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/61090_179588.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/61090_179588-300x200.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/61090_179588-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/61090_179588-768x512.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/61090_179588-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/61090_179588-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><p id=\"caption-attachment-3423\" class=\"wp-caption-text\">Bel\u00e9m ganhar\u00e1 Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade na Amaz\u00f4nia | FOTO: ELISEU DIAS\/ ARQUIVO AG. PAR\u00c1<\/p><\/div>\n<p>Preocupado com a melhor posi\u00e7\u00e3o das comunidades ribeirinhas e de agricultores familiares nas cadeias de valor da sociobiodiversidade, o Instituto Peabiru acredita que a cria\u00e7\u00e3o do Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade (<a href=\"http:\/\/www.agenciapara.com.br\/noticia.asp?id_ver=118484\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">saiba mais<\/a>) seja uma oportunidade \u00edmpar. Previsto para ser inaugurado em agosto de 2016 em Bel\u00e9m, o Centro tem potencial para unir a academia, o poder p\u00fablico e as organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil numa mesma organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Neste sentido, o Instituto Peabiru acredita que \u00e9 poss\u00edvel trabalhar ainda mais o fortalecimento da organiza\u00e7\u00e3o social e da valoriza\u00e7\u00e3o da sociobiodiversidade da nossa regi\u00e3o. \u201cEsta \u00e9 a nossa miss\u00e3o. Sempre iremos apoiar iniciativas que ofere\u00e7am a chance para que as popula\u00e7\u00f5es extrativistas e os agricultores familiares da Amaz\u00f4nia sejam protagonistas de sua realidade. Por isso consideramos a cria\u00e7\u00e3o do Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade uma iniciativa louv\u00e1vel\u201d, avalia Jo\u00e3o Meirelles Filho, diretor geral do Instituto Peabiru.<\/p>\n<p>Convidado a contribuir com o Centro desde o seu nascimento, o Instituto Peabiru entende que \u00e9 preciso, de uma vez por todas, substituir os produtos que andam milhares de quil\u00f4metros pelo produto local. \u201cQuando falamos que esta \u00e9 uma oportunidade \u00edmpar, queremos dizer que o Centro dar\u00e1 maior visibilidade e reconhecimento, como a valoriza\u00e7\u00e3o dos saberes e fazeres ribeirinhos. Ao trabalharmos nesta linha, estamos incentivamos produtos e servi\u00e7os que podem ser melhores, mais baratos, seguros, de boa qualidade e que geram emprego e renda e qualidade de vida com sustentabilidade para comunidades locais\u201d, esclarece Meirelles.<\/p>\n<p>Certamente, para o Instituto Peabiru, a realiza\u00e7\u00e3o do Centro de Gastronomia s\u00f3 faz sentido se for trabalhado em estreita coopera\u00e7\u00e3o com associa\u00e7\u00f5es locais, sindicatos, col\u00f4nias de pesca e movimentos sociais como o CNS, al\u00e9m de entidades representativas dos diversos setores, como a Abrasel, Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bares e Restaurantes.<\/p>\n<p>\u201cNossa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 com os direitos b\u00e1sicos e o acesso a pol\u00edticas p\u00fablicas de povos e comunidades tradicionais e agricultura familiar. Tamb\u00e9m acreditamos que o correto manejo dos produtos florestais e dos rios ofere\u00e7a \u00e0 Grande Bel\u00e9m uma paisagem melhor conservada, com maior biodiversidade e respeito aos servi\u00e7os ambientais, como o acesso a \u00e1gua e uma metr\u00f3pole com um clima melhor\u201d, diz Jo\u00e3o Meirelles, que refor\u00e7a ainda a oportunidade de se compreender os conhecimentos tradicionais associados a esta biodiversidade e valorizar este fato em cada prato.<\/p>\n<p>O Instituto Peabiru tem como uma de suas 4 regi\u00f5es priorit\u00e1rias a Bel\u00e9m Ribeirinha (al\u00e9m do Maraj\u00f3, Salgado Paraense e Amap\u00e1). Na Bel\u00e9m Ribeirinha s\u00e3o atendidas, com Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (ATER), mais de 1.000 fam\u00edlias de 11 assentamentos agroextrativistas de Bel\u00e9m e Ananindeua para o INCRA.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o Instituto Peabiru reconhece o importante papel do Movimento das Mulheres das Ilhas de Bel\u00e9m (MMIB), entidade parceira h\u00e1 10 anos; de associa\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias do entorno de Bel\u00e9m, como de Boa Vista do Acar\u00e1; dos quilombos do Acar\u00e1; e dos assentamentos de Mosqueiro, Santa B\u00e1rbara entre outras comunidades da Grande Bel\u00e9m Rural.<\/p>\n<p>\u201cTodas estas organiza\u00e7\u00f5es devem ser inclu\u00eddas \u2013 ouvidas e ter voz \u2013\u00a0nesta iniciativa do Centro. A prioridade deve ser a mulher e o jovem. Estamos prontos a contribuir a este processo, realizar pontes entre produtores tradicionais e compradores, como as prefeituras da regi\u00e3o, para a merenda escolar, como restaurantes, comerciantes e o p\u00fablico em geral. Acreditamos que os conhecimentos adquiridos ao trabalhar com as cadeias de valor do a\u00e7a\u00ed, da andiroba, do mel de abelhas nativas e do ecoturismo de base comunit\u00e1ria sejam \u00e1reas em que estejamos bem afeitos\u201d, finaliza Jo\u00e3o Meirelles.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Preocupado com a melhor posi\u00e7\u00e3o das comunidades ribeirinhas e de agricultores familiares nas cadeias de valor da sociobiodiversidade, o Instituto Peabiru acredita que a cria\u00e7\u00e3o do Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade (saiba mais) seja uma oportunidade \u00edmpar. 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