{"id":3486,"date":"2015-11-26T13:32:53","date_gmt":"2015-11-26T16:32:53","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=3486"},"modified":"2015-11-26T13:32:53","modified_gmt":"2015-11-26T16:32:53","slug":"pesquisa-inedita-tenta-comprovar-em-dados-os-riscos-da-coleta-do-acai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2015\/11\/26\/pesquisa-inedita-tenta-comprovar-em-dados-os-riscos-da-coleta-do-acai\/","title":{"rendered":"Pesquisa in\u00e9dita tenta comprovar em dados os riscos da coleta do a\u00e7a\u00ed"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_3487\" style=\"width: 530px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110014.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3487\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3487\" class=\"wp-image-3487 size-full\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110014.jpg\" alt=\"20151027_110014\" width=\"520\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110014.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110014-300x169.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110014-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110014-768x432.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110014-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110014-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3487\" class=\"wp-caption-text\">Pesquisa realizada pelo Instituto Peabiru busca apresentar, em dados, os riscos a que o peconheiro est\u00e1 exposto. (foto: Tiago Chaves\/Instituto Peabiru)<\/p><\/div>\n<p>Na capital paraense, Bel\u00e9m, a alta do pre\u00e7o do a\u00e7a\u00ed preocupa os consumidores finais do fruto. <a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/pa\/para\/noticia\/2015\/11\/preco-do-acai-sobe-depois-de-quatro-meses-na-grande-belem.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Levantamento divulgado pelo DIEESE-PA<\/a> aponta um aumento de 20% do litro em 2015, com custo m\u00e9dio de R$17,05 do suco tipo m\u00e9dio (no Par\u00e1, o a\u00e7a\u00ed \u00e9 vendido na forma l\u00edquida com densidades diferentes \u2013 popular, m\u00e9dio e grosso). No interior do Estado, nas zonas de extrativismo, no entanto, a preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 outra: os riscos a que o peconheiro (nome dado \u00e0queles que sobem no a\u00e7aizeiro com o uso da \u201cpeconha\u201d), est\u00e1 submetido e aos acidentes que n\u00e3o s\u00e3o registrados no sistema de sa\u00fade e junto \u00e0s entidades que lidam com a seguran\u00e7a do trabalhador rural.<\/p>\n<div id=\"attachment_3490\" style=\"width: 330px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110656-e1448554897935.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3490\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3490\" class=\"wp-image-3490\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110656-e1448554897935.jpg?w=520\" alt=\"20151027_110656\" width=\"320\" height=\"224\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110656-e1448554897935.jpg 1541w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110656-e1448554897935-300x210.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110656-e1448554897935-1024x718.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110656-e1448554897935-768x538.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_110656-e1448554897935-1536x1077.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3490\" class=\"wp-caption-text\">Na m\u00e3o esquerda do ribeirinho a &#8220;peconha&#8221;, \u00fanico acess\u00f3rio utilizado na colheita do a\u00e7a\u00ed. Foto: Tiago Chaves\/Instituto Peabiru<\/p><\/div>\n<p>N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio grande esfor\u00e7o de imagina\u00e7\u00e3o para entender os m\u00faltiplos riscos daqueles que sobem em finas palmeiras at\u00e9 20 metros de altura, com fac\u00f5es sem bainha na costa, sem vestimentas adequadas e com o uso de um \u00fanico acess\u00f3rio para a escalada, a peconha. Quedas de \u00e1rvores, picadas de animais venenosos e pe\u00e7onhentos, riscos de les\u00f5es no corpo, s\u00e3o apenas alguns dos exemplos de acidentes mais comuns na colheita do a\u00e7a\u00ed.<\/p>\n<p>O Sr. Jo\u00e3o Vit\u00f3rio, morador do Rio Ara\u00e7ac\u00e1, um dos afluentes do Rio Canaticu, em Curralinho (Maraj\u00f3-PA), ficou 10 anos sem poder trabalhar. Ap\u00f3s uma queda do a\u00e7aizeiro, ele relata que foi preciso muito esfor\u00e7o para sobreviver. At\u00e9 hoje luta para suportar as sequelas do acidente, que jamais foi reconhecido pelo INSS. \u201cSofremos um pouco durante muito tempo. Agora eu j\u00e1 consigo trabalhar um pouco na ro\u00e7a, mas n\u00e3o consigo mais subir pra colher o a\u00e7a\u00ed. O que fa\u00e7o \u00e9 trabalhar em sociedade. Tenho minha terra, ent\u00e3o na \u00e9poca chamo algu\u00e9m pra colher na meia (dividi-se a produ\u00e7\u00e3o entre o dono do a\u00e7aizal e um peconheiro eventual)\u201d, conta Seu Jo\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_3488\" style=\"width: 330px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3488\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3488\" class=\"wp-image-3488\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350.jpg?w=520\" alt=\"20151027_123350\" width=\"320\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-300x169.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-768x432.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3488\" class=\"wp-caption-text\">O ribeirinho Jo\u00e3o Vit\u00f3rio (sem camisa) ficou 10 anos sem poder trabalhar, ap\u00f3s cair do a\u00e7aizeiro. Foto: Tiago Chaves\/Instituto Peabiru<\/p><\/div>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 registro formal destes riscos. Se existem, as publica\u00e7\u00f5es e estudos a respeito s\u00e3o t\u00e3o raras que n\u00e3o est\u00e3o nas universidades, bibliotecas ou nos relat\u00f3rios dos \u00f3rg\u00e3os reguladores e sindicatos que atuam junto ao trabalhador rural. Esta aus\u00eancia de informa\u00e7\u00f5es documentadas implica em uma s\u00e9rie de dificuldades a que este trabalhador enfrenta. Isto afeta, por exemplo, na busca de indeniza\u00e7\u00f5es decorrentes de acidentes graves.<\/p>\n<p>Como parte do esfor\u00e7o em dar visibilidade \u00e0 realidade do peconheiro, o Instituto Peabiru, com o financiamento do <a href=\"http:\/\/www.trt8.jus.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tribunal Regional do Trabalho da 8\u00aa Regi\u00e3o (TRT8)<\/a>, e parceria da <a href=\"http:\/\/www.fundacentro.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fundacentro<\/a>, realizou no munic\u00edpio de Curralinho oficinas de diagn\u00f3stico participativo com representantes dos extrativistas, das secretarias municipais de sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, do Sindicato de Trabalhadores\u00a0e\u00a0Trabalhadoras Rurais, Col\u00f4nia de Pescadores Z-37 e a ONG Lupa Maraj\u00f3. Al\u00e9m disso, aplicou um question\u00e1rio junto a 72 ribeirinhos do Rio Canaticu, no munic\u00edpio de Curralinho (Maraj\u00f3-PA). O levantamento aborda quest\u00f5es sobre a realidade deste trabalhador, como: quais as ferramentas utilizadas, as \u00e1reas de colheita, as formas de transporte e os acidentes mais comuns relatados e sofridos pelos extrativistas.<\/p>\n<div id=\"attachment_3491\" style=\"width: 330px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_125728.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3491\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3491\" class=\"wp-image-3491\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_125728.jpg?w=520\" alt=\"20151027_125728\" width=\"320\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_125728.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_125728-300x169.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_125728-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_125728-768x432.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_125728-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_125728-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3491\" class=\"wp-caption-text\">Maior demanda pelo a\u00e7a\u00ed se reflete no aumento dos riscos no extrativismo do fruto. Foto: Tiago Chaves\/Instituto Peabiru<\/p><\/div>\n<p>\u201cH\u00e1 uma romantiza\u00e7\u00e3o sobre o peconheiro. De fato, a tradi\u00e7\u00e3o repassada por gera\u00e7\u00f5es \u00e9 algo a ser mantido. No entanto, o aumento da demanda regional, nacional e internacional pelo a\u00e7a\u00ed, fez crescer ainda mais os riscos aos extrativistas. Se antes o a\u00e7a\u00ed era para o consumo familiar e era comercializado apenas localmente, agora o peconheiro tem uma meta de produ\u00e7\u00e3o. Isso se reflete na maior quantidade de horas trabalhadas, s\u00e3o mais rasas (cesto de palha utilizado como medida para a comercializa\u00e7\u00e3o do a\u00e7a\u00ed) a completar e, at\u00e9 mesmo, h\u00e1 maior envolvimento da fam\u00edlia na atividade, prejudicando, inclusive, a educa\u00e7\u00e3o dos jovens. Ali\u00e1s, estamos falando de um universo de mais de 200 mil trabalhadores rurais!\u201d, alerta Jo\u00e3o Meirelles Filho, diretor geral do Instituto Peabiru.<\/p>\n<p>A amostra da pesquisa segue um padr\u00e3o estat\u00edstico perante a realidade homog\u00eanea de grupo. \u201cO M\u00e9dio Rio Canaticu, zona com maior densidade populacional do Rio, possui mais de 1.000 fam\u00edlias. S\u00e3o moradores que j\u00e1 praticam o manejo do a\u00e7a\u00ed. Ent\u00e3o, tra\u00e7amos, em cada uma das 21 comunidades e congrega\u00e7\u00f5es um n\u00famero estimado de fam\u00edlias \u2013 segundo levantamentos do <a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/marajovivapesca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Projeto Maraj\u00f3 Viva Pesca<\/a>, do Instituto Peabiru e, a partir de f\u00f3rmulas estat\u00edsticas passamos \u00e0 defini\u00e7\u00e3o da amostra\u201d, relata Manoel Potiguar, gerente de projetos do Instituto Peabiru que est\u00e1 a frente da iniciativa.<\/p>\n<p>Espera-se, ap\u00f3s a tabula\u00e7\u00e3o dos dados, obter-se uma melhor compreens\u00e3o da extra\u00e7\u00e3o do a\u00e7a\u00ed. \u201cNa verdade, quem vive o dia a dia do ribeirinho, j\u00e1 sabe o que eles enfrentam. Mas, se queremos que esta atividade seja reconhecida e regulamentada, com o objetivo de garantir a este trabalhador direitos civis b\u00e1sicos, como assist\u00eancia m\u00e9dica, indeniza\u00e7\u00f5es por invalidez ap\u00f3s sofrer um grave acidente, aposentadoria e benef\u00edcios, \u00e9 preciso mostrar tudo isso em dados, em um estudo com uma base metodol\u00f3gica comprovada\u201d, explica Manoel.<\/p>\n<div id=\"attachment_3489\" style=\"width: 330px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151028_095903.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3489\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3489\" class=\"wp-image-3489\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151028_095903.jpg?w=520\" alt=\"20151028_095903\" width=\"320\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151028_095903.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151028_095903-300x169.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151028_095903-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151028_095903-768x432.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151028_095903-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151028_095903-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3489\" class=\"wp-caption-text\">A Fundacentro tamb\u00e9m \u00e9 parceira da iniciativa. Na foto, em p\u00e9, Cl\u00f3vis Meirelles, da Fundacentro, em oficina no munic\u00edpio de Curralinho (PA). Foto: Tiago Chaves\/Instituto Peabiru<\/p><\/div>\n<p>A Fundacentro, pela sua compet\u00eancia na \u00e1rea da Seguran\u00e7a e Sa\u00fade no Trabalho e Meio Ambiente, fundamental para orientar os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos dedicados ao setor e o poder judici\u00e1rio, tem grande import\u00e2ncia neste processo. \u201c\u00c9 preciso incorporar este tema na elabora\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de pol\u00edticas. O a\u00e7a\u00ed est\u00e1 em moda e n\u00e3o \u00e9 uma moda que deve passar. \u00c9 preciso fazer com que esta cultura gere desenvolvimento sustent\u00e1vel com crescimento econ\u00f4mico, promo\u00e7\u00e3o da equidade social e prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente, e aqui inclu\u00edmos o trabalhador\u201d, comenta Cl\u00f3vis Meirelles, agr\u00f4nomo e coordenador do Servi\u00e7o de Apoio \u00e0s Atividades Rurais da Fundacentro.<\/p>\n<p>A\u00a0pesquisa tamb\u00e9m levanta\u00a0uma importante quest\u00e3o: o pre\u00e7o do a\u00e7a\u00ed, afinal, est\u00e1 caro para o consumidor final ou para o extrativista?<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na capital paraense, Bel\u00e9m, a alta do pre\u00e7o do a\u00e7a\u00ed preocupa os consumidores finais do fruto. 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