{"id":3640,"date":"2016-03-15T18:07:52","date_gmt":"2016-03-15T21:07:52","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=3640"},"modified":"2016-03-15T18:07:52","modified_gmt":"2016-03-15T21:07:52","slug":"diagnostico-financiado-pelo-trt8-revela-perfil-e-realidade-do-peconheiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2016\/03\/15\/diagnostico-financiado-pelo-trt8-revela-perfil-e-realidade-do-peconheiro\/","title":{"rendered":"Diagn\u00f3stico financiado pelo TRT8 revela perfil e realidade do \u201cpeconheiro\u201d"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_3488\" style=\"width: 530px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3488\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3488\" class=\"wp-image-3488 size-medium\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350.jpg?w=520\" alt=\"20151027_123350\" width=\"520\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-300x169.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-768x432.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/20151027_123350-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3488\" class=\"wp-caption-text\">Diagn\u00f3stico sobre a realidade do &#8220;peconheiro&#8221; foi aplicado junto a 72 extrativistas que atuam nas comunidades distribu\u00eddas na extens\u00e3o do Rio Canaticu, em Curralinho-PA<\/p><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.trt8.jus.br\/trabalho-seguro\/publicacao\/o-peconheiro-diagnostico-das-condicoes-de-trabalho-do-extrativista-de\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Publicado originalmente no site do Tribunal Regional do Trabalho da 8a Regi\u00e3o<\/a>.<\/p>\n<p>Consumido \u200b\u200bin natura\u200b\u200b ou em forma de bebidas, doces, \u200bcosm\u00e9ticos e\u200b outros produtos, o a\u00e7a\u00ed, fruto nativo da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, h\u00e1 alguns anos ganhou o mundo\u200b\u200b. Com 154 mil hectares de \u00e1rea plantada, o Par\u00e1 \u00e9 o maior produtor nacional\u200b. S\u00f3 em 2014\u200b, sua exporta\u00e7\u00e3o injet\u200bou mais de R$ 225 milh\u00f5es na economia local. \u200bMas, como vive o &#8220;peconheiro&#8221;, trabalhador extrativista que sobe nas \u00e1rvores para colher a fruta, como s\u00e3o tratados os acidentes de trabalho, e do que vivem estas fam\u00edlias ao longo do ano?<\/p>\n<p>Estas s\u00e3o algumas perguntas que est\u00e3o na pesquisa pioneira financiada pelo \u200b\u200bTribunal Regional do Trabalho da 8\u00aa Regi\u00e3o, atrav\u00e9s do Programa Trabalho Seguro, \u200be executada pelo Instituto Peabiru em parceria com a Fundacentro (Funda\u00e7\u00e3o Jorge Duprat Figueiredo de Seguran\u00e7a e Medicina do Trabalho)\u200b. O estudo aconteceu na regi\u00e3o do Maraj\u00f3\u200b, \u00a0uma das \u200bprincipais \u200b\u00e1reas de colheita do fruto nativo, mais especificamente no munic\u00edpio de Curralinho\u200b.<\/p>\n<p>\u200bA ideia do diagn\u00f3stico \u00e9 mostrar as peculiaridades da produ\u00e7\u00e3o\u200b\u200b. \u201cO a\u00e7a\u00ed \u00e9 uma cultura com cultivo diferenciado, porque a extra\u00e7\u00e3o se faz em sua grande maioria de forma nativa, nas ilhas, onde n\u00e3o h\u00e1 uma produ\u00e7\u00e3o industrial das empresas. Assim, a ideia \u00e9 mostrar o que est\u00e1 envolvido no meio ambiente de trabalho do a\u00e7a\u00ed\u200b. At\u00e9 porque, se ele est\u00e1 sendo industrializado e exportado, e estas empresas n\u00e3o s\u00e3o donas da terra e n\u00e3o \u200bpossuem empregados que fazem a coleta do fruto, elas n\u00e3o s\u00e3o respons\u00e1veis pelo meio ambiente, quer seja no que diz respeito aos impactos ecol\u00f3gicos que estejam havendo nas \u00e1reas produtivas, quer seja com rela\u00e7\u00e3o ao apanhador de a\u00e7a\u00ed\u201d, explica\u200b \u200bo Desembargador do Trabalho Walter Paro, Gestor do Programa Trabalho Seguro no TRT8.<\/p>\n<p>\u200bO Instituto Peabiru utilizou uma metodologia que envolve os atores locais\u200b em todo o processo\u200b, como institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e movimentos sociais que atuam na regi\u00e3o e que tenham rela\u00e7\u00e3o com o universo pesquisado. Assim, conforme explica o soci\u00f3logo Manoel Potiguar, \u200b\u200bGerente de Projetos do Instituto, foram realizadas algumas reuni\u00f5es pr\u00e9vias \u200be\u200b visitas a campo para visualizar a pr\u00e1tica da extra\u00e7\u00e3o do a\u00e7a\u00ed\u200b. Um\u200ba forma de valorizar os dados qualitativos\u200b.\u200b \u200b<\/p>\n<p>Aplicados a 72 extrativistas que atuam nas comunidades distribu\u00eddas na extens\u00e3o do Rio Canaticu, em Curralinho-PA, os question\u00e1rios traziam 50 perguntas, subdivididas em perfil do extrativista, composi\u00e7\u00e3o de renda, rela\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia com o trabalho e uma parte final sobre acidentes na atividade do \u201cpeconheiro\u201d (como se chama a pessoa que apanha a\u00e7a\u00ed no cacho, utilizando a \u201cpeconha\u201d &#8211; utens\u00edlio artesanal utilizado nos p\u00e9s para subir nas palmeiras de a\u00e7a\u00ed). \u201cQuisemos entender estes aspectos de quem \u00e9 este &#8216;peconheiro&#8217;, qual a produ\u00e7\u00e3o dele al\u00e9m do a\u00e7a\u00ed, quanto o fruto representa na renda da fam\u00edlia, a import\u00e2ncia desta atividade, qual o trabalho de toda a fam\u00edlia\u200b,\u200b incluindo as crian\u00e7as\u200b,\u200b e quais os tipos de acidentes que eles costumam sofrer\u201d, ressalta Manoel Potiguar.<\/p>\n<p>O question\u00e1rio foi montado em conjunto entre o Instituto Peabiru e a Fundacentro, e\u200b,\u200b antes de sua \u200bfinaliza\u00e7\u00e3o\u200b,\u200b foi realizado um alinhamento, onde os envolvidos puderam opinar e \u200bfazer ajustes. A aplica\u00e7\u00e3o \u200bfoi realizada ao longo de duas semanas por jovens moradores das comunidades do Rio Canaticu, que \u200btamb\u00e9m \u200bparticiparam da afina\u00e7\u00e3o dos question\u00e1rios e que conhecem a realidade local.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.trt8.jus.br\/trabalho-seguro\/publicacao\/o-peconheiro-diagnostico-das-condicoes-de-trabalho-do-extrativista-de\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Confira a mat\u00e9ria completa\u00a0clicando aqui.<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Publicado originalmente no site do Tribunal Regional do Trabalho da 8a Regi\u00e3o. Consumido \u200b\u200bin natura\u200b\u200b ou em forma de bebidas, doces, \u200bcosm\u00e9ticos e\u200b outros produtos, o a\u00e7a\u00ed, fruto nativo da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, h\u00e1 alguns anos ganhou o mundo\u200b\u200b. Com 154 mil hectares de \u00e1rea plantada, o Par\u00e1 \u00e9 o maior produtor nacional\u200b. S\u00f3 em 2014\u200b, [&hellip;]<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":3304,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[12,24,235,338,613,747,836,842],"class_list":["post-3640","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-destaques","tag-acai","tag-curralinho","tag-extrativismo","tag-peconheiro","tag-rio-canaticu","tag-trabalho-seguro","tag-trt8"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/retirada-ac3a7ac3ad-alan-kardek-2.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3640","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3640"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3640\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3304"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3640"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3640"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3640"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}