{"id":3690,"date":"2016-05-02T09:28:53","date_gmt":"2016-05-02T12:28:53","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=3690"},"modified":"2016-05-02T09:28:53","modified_gmt":"2016-05-02T12:28:53","slug":"documentario-apresenta-a-rotina-do-extrativista-ribeirinho-de-acai-video-e-resultado-da-parceria-com-o-trt8-e-fundacentro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2016\/05\/02\/documentario-apresenta-a-rotina-do-extrativista-ribeirinho-de-acai-video-e-resultado-da-parceria-com-o-trt8-e-fundacentro\/","title":{"rendered":"Document\u00e1rio apresenta a rotina do extrativista ribeirinho de a\u00e7a\u00ed. V\u00eddeo \u00e9 resultado da parceria com o TRT8 e Fundacentro"},"content":{"rendered":"<p>Conhecer a rotina do extrativista ribeirinho de a\u00e7a\u00ed, os desafios di\u00e1rios, os riscos da atividade, como \u00e9 feita a comercializa\u00e7\u00e3o. Esta \u00e9 a proposta do novo v\u00eddeo produzido pelo Instituto Peabiru, em parceira com o Programa Trabalho Seguro, do <a href=\"http:\/\/www.trt8.jus.br\/\">TRT-8 (Tribunal Regional do Trabalho da 8\u00aa Regi\u00e3o)<\/a>. No document\u00e1rio com seis minutos, somos convidados a ir at\u00e9 o munic\u00edpio de Curralinho, no Maraj\u00f3, acompanhar a rotina daqueles que s\u00e3o respons\u00e1veis por colher o fruto, que \u00e9 moda em no Brasil e no exterior e tradi\u00e7\u00e3o em nossa regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O v\u00eddeo document\u00e1rio \u00e9 resultado da parceria do Instituto Peabiru e o Programa Trabalho Seguro do TRT-8 que, juntamente com a <a href=\"http:\/\/www.fundacentro.gov.br\/\">FUNDACENTRO<\/a>, <a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2015\/11\/26\/pesquisa-inedita-tenta-comprovar-em-dados-os-riscos-da-coleta-do-acai\/\">realizaram uma ampla pesquisa sobre as condi\u00e7\u00f5es de trabalho do ribeirinho.<\/a> \u201cA pesquisa acende um debate que come\u00e7a a ganhar for\u00e7a junto \u00e0 cadeia de valor do a\u00e7a\u00ed. Com estes novos dados, fica mais clara a realidade deste trabalhador, os riscos a que ele est\u00e1 exposto. A partir disso, vamos levar esta discuss\u00e3o para os \u00f3rg\u00e3os competentes e toda a sociedade civil\u201d, comenta Manoel Potiguar, gerente de projetos do Instituto Peabiru.<\/p>\n<p><strong>Confira o v\u00eddeo<\/strong><\/p>\n<p>[youtube https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=XpoEODSPXy0&#038;w=420&#038;h=315]<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 uma vis\u00e3o rom\u00e2ntica sobre subir no a\u00e7aizeiro e que, n\u00e3o corresponde \u00e0 realidade do dia-a-dia do coletor, o peconheiro, e aos riscos de quebra de \u00e1rvore, picada de insetos, cobras, escorpi\u00f5es etc. Essa parceria com o TRT8 e a FUNDACENTRO \u00e9 um marco importante para o enfrentamento desta problem\u00e1tica. S\u00e3o trabalhadores que, muitas vezes, por n\u00e3o terem o reconhecimento da profiss\u00e3o, ficam desamparados. Isso tem um reflexo direto na sobreviv\u00eancia deles, principalmente quando sofrem um acidente com afastamento\u201d, explica Jo\u00e3o Meirelles, diretor do Instituto Peabiru.<\/p>\n<p>A pesquisa, entregue para o TRT8, teve como principais objetivos responder \u00e0s seguintes perguntas:<\/p>\n<ul>\n<li>Que tipo de riscos correm atualmente os peconheiros? H\u00e1 registros de acidentes? Invalidez? \u00d3bitos? H\u00e1 sub-notifica\u00e7\u00e3o? Em que circunst\u00e2ncias se deram? O que poderia ter sido feito para evitar tais riscos e acidentes?<\/li>\n<li>Como tornar a atividade de coleta de a\u00e7a\u00ed em seu ambiente natural como atividade segura? E, que garanta a sustentabilidade financeira de profissionais e fam\u00edlias?<\/li>\n<li>Quantos s\u00e3o os peconheiros? Coletam para quais fins (seguran\u00e7a alimentar, comercializa\u00e7\u00e3o)? Quantos participam da cadeia de valor do a\u00e7a\u00ed? Quantos s\u00e3o jovens e, em que faixa et\u00e1ria?<\/li>\n<li>Qual o grau de informalidade na profiss\u00e3o?<\/li>\n<li>Qual a participa\u00e7\u00e3o da mulher neste processo? H\u00e1 diferen\u00e7a de pagamento para mulheres? Jovens ganham menos que adultos?<\/li>\n<li>Que t\u00e9cnicas j\u00e1 identificadas podem garantir maior seguran\u00e7a? O manejo contribui para diminuir os acidentes, j\u00e1 que se prev\u00ea a extra\u00e7\u00e3o das palmeiras mais altas e antigas? H\u00e1 invento de mecanismos, estes podem ser utilizados em maior escala?<\/li>\n<\/ul>\n<p>Em fase final de an\u00e1lise e discuss\u00e3o, a pesquisa ser\u00e1 publicada em breve no site do Instituto Peabiru e em evento a ser realizado juntamente com as entidades parceiras.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhecer a rotina do extrativista ribeirinho de a\u00e7a\u00ed, os desafios di\u00e1rios, os riscos da atividade, como \u00e9 feita a comercializa\u00e7\u00e3o. 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