{"id":3839,"date":"2016-08-22T14:33:13","date_gmt":"2016-08-22T17:33:13","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=3839"},"modified":"2016-08-22T14:33:13","modified_gmt":"2016-08-22T17:33:13","slug":"metalivros-instituto-peabiru-e-spvs-lancam-o-livro-patrimonio-natural-privado-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2016\/08\/22\/metalivros-instituto-peabiru-e-spvs-lancam-o-livro-patrimonio-natural-privado-no-brasil\/","title":{"rendered":"Metalivros, Instituto Peabiru e SPVS lan\u00e7am o livro &#8220;Patrim\u00f4nio Natural Privado no Brasil&#8221;"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_3840\" style=\"width: 530px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/patrimonio_baixa_page_001-copy.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3840\" class=\"wp-image-3840 size-medium\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/patrimonio_baixa_page_001-copy.jpg?w=520\" alt=\"PATRIMONIO_Baixa_Page_001 copy\" width=\"520\" height=\"632\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/patrimonio_baixa_page_001-copy.jpg 800w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/patrimonio_baixa_page_001-copy-247x300.jpg 247w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/patrimonio_baixa_page_001-copy-768x933.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3840\" class=\"wp-caption-text\">Com 126 imagens e mapas de diversas fontes, publica\u00e7\u00e3o levanta quest\u00f5es estrat\u00e9gicas e divulga exemplos not\u00e1veis de iniciativas privadas. Lan\u00e7amento ocorrer no dia 27 de agosto, em S\u00e3o Paulo.<\/p><\/div>\n<p>Nos sete biomas brasileiros \u2013\u00a0Amaz\u00f4nia, Caatinga, Pantanal, Cerrado, Biomas Costeiros, Mata Atl\u00e2ntica e Pampas \u2013\u00a0as \u00e1reas privadas de conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o cada vez mais importantes. Estas s\u00e3o ainda mais relevantes nas regi\u00f5es mais alteradas, uma vez que as unidades de conserva\u00e7\u00e3o p\u00fablicas e terras ind\u00edgenas, em geral, n\u00e3o s\u00e3o suficientes para garantir os servi\u00e7os ambientais.<\/p>\n<p>Ainda que muitos propriet\u00e1rios de terra n\u00e3o cumpram as exig\u00eancias legais, h\u00e1 uma categoria de propriet\u00e1rios que ultrapassa a linha do dever e amplia as iniciativas de conserva\u00e7\u00e3o da natureza. S\u00e3o estes exemplos os personagens principais da publica\u00e7\u00e3o \u201cPatrim\u00f4nio Natural Privado no Brasil\u201d, a ser lan\u00e7ada pela editora Metalivros, pelo Instituto Peabiru e pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educa\u00e7\u00e3o Ambiental (SPVS), no pr\u00f3ximo dia 27 (s\u00e1bado), em S\u00e3o Paulo, capital.<\/p>\n<p>O livro, pluriautoral, cont\u00e9m 126 imagens e mapas de diversas fontes, levanta quest\u00f5es estrat\u00e9gicas e divulga exemplos not\u00e1veis de iniciativas privadas, ou seja, \u201c\u00e9 inspirado em histo\u0301rias de pessoas, fami\u0301lias, comunidades e empresas que, ignorando dificuldades, demonstram que e\u0301 possi\u0301vel promover a conservac\u0327a\u0303o ambiental em propriedades privadas\u201d, conta Jo\u00e3o Meirelles Filho, diretor do Instituto Peabiru, que juntamente com \u00a0Cl\u00f3vis R.S. Borges, organizou o conte\u00fado publicado.<\/p>\n<p>Ainda que conte com a colabora\u00e7\u00e3o de diferentes especialistas em ci\u00eancias naturais e sustentabilidade, o livro foge do car\u00e1ter t\u00e9cnico muitas vezes predominante nas publica\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 quest\u00e3o ambiental. \u201cAo buscamos estes exemplos, as palavras-chaves s\u00e3o respeito e gratid\u00e3o. Pois, entendemos que lan\u00e7ar este livro \u00e9 um esfor\u00e7o no sentido de reconhecer a\u00e7\u00f5es positivas, acalentar sonhos, inspirar novos atores e impregnar de bons fluidos os propriet\u00e1rios de \u00e1reas naturais em todo o Brasil\u201d, comenta Meirelles.<\/p>\n<p>Nesta linha, ao longo de cada texto autoral, s\u00e3o comentadas diferentes iniciativas inspiradoras. Este \u00e9 o caso da RPPN do Cristalino, com 640 hectares, criada em 1997 \u2013 a primeira da Regi\u00e3o Norte, no norte do Mato Grosso. A propriedade oferece o turismo de observa\u00e7\u00e3o da fauna e flora amaz\u00f4nica, reconhecido internacionalmente.<\/p>\n<p>\u201cEsperamos que esta exposi\u00e7\u00e3o de <em>cases <\/em>positivos seja um incentivo para os propriet\u00e1rios dedicados a atividades florestais, agropecu\u00e1rias, hoteleiras etc. Ainda mais porque \u00e9 bastante comum no Brasil que o valor de venda de uma \u00e1rea desmatada, chamada de \u2018limpa\u2019, seja maior que o de outra \u00e1rea nativa ou em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o. Queremos inspirar propriet\u00e1rios a considerar seu papel como conservacionistas do patrim\u00f4nio das paisagens naturais, \u00e1guas, servi\u00e7os ambientais e patrim\u00f4nio cultural presentes em suas \u00e1reas\u201d, afirma Jo\u00e3o Meirelles.<\/p>\n<p>Incentivar que donos de terras sigam por essa linha, \u00e9 envolv\u00ea-los na imensa tarefa de proteger a maior biodiversidade do planeta, os mananciais de \u00e1gua limpa para mais de 200 milh\u00f5es de pessoas e as atividades econ\u00f4micas, no campo e na cidade, em todo o Brasil. Problem\u00e1tica que se apresentou na pr\u00e1tica com a recente crise h\u00eddrica do Sudeste, regi\u00e3o preponderante da Mata Atl\u00e2ntica. Uma das principais causas foi o desaparecimento de grande parte de cobertura vegetal natural do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u201cPatrim\u00f4nio Natural Privado do Brasil\u201d busca estimular um olhar mais carinhoso e cuidadoso para as \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente e reservas legais exigidas pela legisla\u00e7\u00e3o, crescendo o interesse pela perpetuidade no esfor\u00e7o de conserva\u00e7\u00e3o e possibilitando a cria\u00e7\u00e3o de reservas particulares do patrim\u00f4nio natural (RPPN), quer em \u00e2mbito municipal e estadual, quer federal.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o foi viabilizada por um sistema de financiamento de grupo (group funding) e vinte cotas de apoio foram adquiridas, recebendo cada cotista 100 exemplares em contrapartida, com destaque para a Fazenda Capoava e a Acaia Pantanal. Mais 1.000 exemplares ser\u00e3o vendidos nas livrarias e na rede.<\/p>\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong><br \/>\nDia 27 de agosto de 2016<br \/>\nA partir das 16h<br \/>\nRua Dep. Lacerda Franco, 344,<br \/>\nS\u00e3o Paulo \u2013 S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p><strong>Contatos:<\/strong><br \/>\nBianka Tomie, Metalivros<br \/>\nbianka@metalivros.com.br<br \/>\n11 9 8757.3797<\/p>\n<p><strong>Tiago Chaves, Instituto Peabiru<\/strong><br \/>\ntiago@peabiru.org.br<br \/>\n91 9 8459.3418<\/p>\n<p><strong>Ficha T\u00e9cnica<\/strong><br \/>\nPATRIM\u00d4NIO NATURAL PRIVADO NO BRASIL<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o Meirelles Filho e Cl\u00f3vis Ricardo S. Borges<br \/>\nAutores: Jo\u00e3o Meirelles Filho, Cl\u00f3vis R. S. Borges, Adrian Garda, Ver\u00f4nica Theulen, Sandro Menezes, Vitor H. Travi, Guilherme Fraga Dutra e Paula Duarte<br \/>\nCoordenador Editorial e Gr\u00e1fico: Ronaldo Gra\u00e7a Couto<br \/>\nImagens: fontes diversas<br \/>\nDire\u00e7\u00e3o de Arte: CJ. 31<br \/>\nN\u00famero de p\u00e1ginas: 272<br \/>\nIdiomas: portugu\u00eas e ingl\u00eas<br \/>\nFormato: 23 x 28 cm, capa dura, papel couch\u00e9 fosco 150g\/m\u00b3<br \/>\nISBN: 978-85-8220-013-1<br \/>\nPre\u00e7o de capa: R$ 149,00<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos sete biomas brasileiros \u2013\u00a0Amaz\u00f4nia, Caatinga, Pantanal, Cerrado, Biomas Costeiros, Mata Atl\u00e2ntica e Pampas \u2013\u00a0as \u00e1reas privadas de conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o cada vez mais importantes. Estas s\u00e3o ainda mais relevantes nas regi\u00f5es mais alteradas, uma vez que as unidades de conserva\u00e7\u00e3o p\u00fablicas e terras ind\u00edgenas, em geral, n\u00e3o s\u00e3o suficientes para garantir os servi\u00e7os ambientais. 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