{"id":4151,"date":"2016-12-16T10:44:06","date_gmt":"2016-12-16T13:44:06","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=4151"},"modified":"2016-12-16T10:44:06","modified_gmt":"2016-12-16T13:44:06","slug":"selo-unicef-3-anos-de-parceria-da-unicef-e-instituto-peabiru","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2016\/12\/16\/selo-unicef-3-anos-de-parceria-da-unicef-e-instituto-peabiru\/","title":{"rendered":"Selo UNICEF auxilia na melhoria de indicadores sociais ligados \u00e0 inf\u00e2ncia e \u00e0 adolesc\u00eancia da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Promovido em parceria entre o UNICEF e o Instituto Peabiru, o Selo UNICEF Munic\u00edpio Aprovado refletiu positivamente na vida de mais de 7 milh\u00f5es de meninos e meninas dos munic\u00edpios da Amaz\u00f4nia<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4156\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img_1448e.jpg\" alt=\"IMG_1448e.JPG\" width=\"5030\" height=\"3354\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img_1448e.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img_1448e-300x200.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img_1448e-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img_1448e-768x512.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img_1448e-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img_1448e-2048x1366.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 5030px) 100vw, 5030px\" \/><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>Bel\u00e9m, 14 de dezembro de 2016 \u2013 Realizada desde 2013, a segunda edi\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia do projeto Selo UNICEF Munic\u00edpio Aprovado foi encerrada nos meses de novembro e dezembro de 2016 com as nove cerim\u00f4nias de certifica\u00e7\u00e3o promovidas nos estados que comp\u00f5em a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao todo, 192 munic\u00edpios amaz\u00f4nicos receberam o Selo UNICEF por terem melhorado efetivamente as condi\u00e7\u00f5es de vida do p\u00fablico infanto-juvenil. Os impactos foram observados pela metodologia que monitora tr\u00eas eixos: indicadores sociais, impacto social e mobiliza\u00e7\u00e3o social. 610 munic\u00edpios se inscreveram no projeto em 2013 e 294 chegaram at\u00e9 o fim.<\/p>\n<p>Desses, 31% dos inscritos foram reconhecidos como aqueles que conseguiram ter melhores reflexos nos indicadores observados, nas pol\u00edticas p\u00fablicas demandas e no envolvimento da sociedade para a garantia de direitos de crian\u00e7as e adolescentes. Melhorar as condi\u00e7\u00f5es de vida nos munic\u00edpios \u00e9 incidir em melhorias nos indicadores estaduais e regionais e diretamente promover pol\u00edtica p\u00fablica que atingiu mais de 7 milh\u00f5es de meninos e meninas da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 como avalia o jovem Wilson Guilherme, de 18 anos, morador de Porto Velho, que acompanha o Selo UNICEF em Rond\u00f4nia desde a primeira edi\u00e7\u00e3o. \u201cQuerendo ou n\u00e3o o trabalho do Selo UNICEF \u00e9 de formiguinha. A gente s\u00f3 observa os resultados quando analisa os dados, por exemplo, vemos que a mortalidade infantil diminuiu em Rond\u00f4nia. Quando vemos que o percentual de munic\u00edpios que conquistou o Selo aumentou, quer dizer que mais crian\u00e7as foram afetadas pelas melhorias nas pol\u00edticas p\u00fablicas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Por quatro anos, a equipe do UNICEF, do Instituto Peabiru e da Escola de Forma\u00e7\u00e3o de Governantes deu assessoramento t\u00e9cnico e promoveu forma\u00e7\u00f5es para que a gest\u00e3o municipal conseguisse superar as barreiras e melhorar a vida do p\u00fablico infanto-juvenil.<\/p>\n<p>\u201cTrabalhamos no sentido de que as pessoas conhe\u00e7am, se apropriem e valorizem o que tem na sua regi\u00e3o. O que nos fazemos com o Selo \u00e9 exatamente essa constru\u00e7\u00e3o. O melhor compromisso s\u00e3o as pessoas do lugar, porque elas sabem exatamente os caminhos que o trabalho acontece\u201d, explicou o coordenador do escrit\u00f3rio do UNICEF para o Par\u00e1, Mato Grosso, Tocantins e Amap\u00e1, F\u00e1bio Morais.<\/p>\n<p>Observe abaixo os maiores impactos impulsionados pelo projeto e ap\u00f3s os resultados estaduais Selo UNICEF.<\/p>\n<p><strong>Mortalidade infantil<\/strong> &#8211; De 2011 a 2014,\u00a0a taxa de mortalidade infantil\u00a0caiu em 4,5%, entre os munic\u00edpios inscritos no Selo enquanto nos demais munic\u00edpios brasileiros a queda foi de 6%. Entre os munic\u00edpios reconhecidos na Amaz\u00f4nia, a queda foi ainda maior, 9,8%.<\/p>\n<p><strong>\u00d3bito materno e infantil<\/strong> &#8211; Uma das a\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas propostas no marco do Selo foi a implanta\u00e7\u00e3o do comit\u00ea municipal de investiga\u00e7\u00e3o do \u00f3bito materno e infantil. Entre os munic\u00edpios participantes, 171 munic\u00edpios na regi\u00e3o tinham o comit\u00ea implantado ou profissional respons\u00e1vel pela investiga\u00e7\u00e3o desses \u00f3bitos. Essa a\u00e7\u00e3o possibilita a identifica\u00e7\u00e3o de quest\u00f5es relacionadas aos servi\u00e7os de sa\u00fade prestados pelos munic\u00edpios e colaboraram para uma melhor adequa\u00e7\u00e3o do sistema para o aprimoramento dos servi\u00e7os prestados \u00e0 gestante e ao beb\u00ea.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00e9-natal<\/strong> &#8211; O\u00a0acesso ao pr\u00e9-natal\u00a0aumentou 19,8 % entre os munic\u00edpios inscritos no selo na Amaz\u00f4nia enquanto nos demais munic\u00edpios brasileiros o aumento foi de 5.4%. De 2011 a 2014, o percentual de nascidos vivos de gestantes com sete ou mais consultas de pr\u00e9-natal passou de 40,5% a 48,5%. Entre os munic\u00edpios certificados o aumento foi de 17.6%.<\/p>\n<p><strong>Semana do Beb\u00ea<\/strong> &#8211; A Semana do Beb\u00ea \u00e9 uma das a\u00e7\u00f5es que promovem a mobiliza\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio para a melhoria das condi\u00e7\u00f5es locais que visam garantir o direito \u00e0 sobreviv\u00eancia e ao desenvolvimento de crian\u00e7as de at\u00e9 6 anos.\u00a0 Na Amaz\u00f4nia 238 munic\u00edpios que realizaram a Semana do Beb\u00ea e 155 munic\u00edpios sancionaram a lei da semana do bebe dando prioridade \u00e0s a\u00e7\u00f5es de cuidado e aten\u00e7\u00e3o \u00e0 gestante e \u00e0 primeira inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>A taxa de abandono no ensino fundamental<\/strong>\u00a0da rede municipal caiu 20% entre os munic\u00edpios inscritos no Selo entre os aos de 2012 a 2015. Esse indicador \u00e9 relevante pois se baseia em informa\u00e7\u00f5es sobre o movimento e o rendimento do aluno, podendo estar relacionado \u00e0s quest\u00f5es como trabalho infantil, falta de interesse e aus\u00eancia de contextualiza\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados, entre outros. Entre os munic\u00edpios certificados,\u00a0 a queda foi de 18.9%<\/p>\n<p>Nesse sentido, 191 munic\u00edpios da Amaz\u00f4nia priorizaram a busca ativa de crian\u00e7as e adolescentes infrequentes ou que abandonaram a escola.<\/p>\n<p><strong>A<\/strong>\u00a0<strong>distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie do ensino fundamental<\/strong>\u00a0da rede municipal entre os munic\u00edpios inscritos no selo na Amaz\u00f4nia caiu 9.2% enquanto nos demais munic\u00edpios brasileiros caiu 7.9%. O percentual passou de 42.3% em 2012 a 38.4% em 2015. Este indicador mede a adequa\u00e7\u00e3o entre idade do aluno\u00a0 da s\u00e9rie na qual est\u00e1 matriculado. O aluno \u00e9 considerado em situa\u00e7\u00e3o de distor\u00e7\u00e3o quando a diferen\u00e7a entre a idade do aluno e a idade prevista da s\u00e9rie \u00e9 e dois anos ou mais. Para melhorar esse indicador, 215 munic\u00edpios trabalharam na elabora\u00e7\u00e3o do plano municipal de educa\u00e7\u00e3o que busca conhecer e melhorar as oportunidades educacionais nos munic\u00edpios a partir de diferentes premissas.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>percentual de crian\u00e7as de at\u00e9 1 ano registradas<\/strong>\u00a0entre os munic\u00edpios inscritos no selo na Amaz\u00f4nia aumentou em 4,5% enquanto no restante dos munic\u00edpios do pa\u00eds o aumento foi de 1.1%. De 2011 a 2014, o percentual de crian\u00e7as registradas passou de 86 a 89.9% entre os munic\u00edpios inscritos na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4154\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img-20161214-wa0163.jpg\" alt=\"IMG-20161214-WA0163.jpg\" width=\"1600\" height=\"610\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img-20161214-wa0163.jpg 1600w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img-20161214-wa0163-300x114.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img-20161214-wa0163-1024x390.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img-20161214-wa0163-768x293.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img-20161214-wa0163-1536x586.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es sobre indicadores estaduais<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.seloamazonia.org.br\/noticia\/acre-15\">Acre<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.seloamazonia.org.br\/noticia\/amapa-10\">Amap\u00e1<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.seloamazonia.org.br\/noticia\/amazonas-18\">Amazonas<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.seloamazonia.org.br\/noticia\/maranhao-58\">Maranh\u00e3o<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.seloamazonia.org.br\/noticia\/mato-grosso-12\">Mato Grosso<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.seloamazonia.org.br\/noticia\/para-993\">Par\u00e1<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.seloamazonia.org.br\/noticia\/rondonia-20\">Rond\u00f4nia<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.seloamazonia.org.br\/noticia\/roraima-9\">Roraima<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.seloamazonia.org.br\/noticia\/tocantins-48\">Tocantins<\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4155\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/30781375194_070ef38a41_o.jpg\" alt=\"30781375194_070ef38a41_o.jpg\" width=\"5184\" height=\"3456\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/30781375194_070ef38a41_o.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/30781375194_070ef38a41_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/30781375194_070ef38a41_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/30781375194_070ef38a41_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/30781375194_070ef38a41_o-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/30781375194_070ef38a41_o-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px\" \/><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Promovido em parceria entre o UNICEF e o Instituto Peabiru, o Selo UNICEF Munic\u00edpio Aprovado refletiu positivamente na vida de mais de 7 milh\u00f5es de meninos e meninas dos munic\u00edpios da Amaz\u00f4nia \u00a0Bel\u00e9m, 14 de dezembro de 2016 \u2013 Realizada desde 2013, a segunda edi\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia do projeto Selo UNICEF Munic\u00edpio Aprovado foi [&hellip;]<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":4158,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[12,256],"class_list":["post-4151","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-destaques","tag-destaque"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/img_1448e1.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4151","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4151"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4151\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4158"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4151"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4151"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4151"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}