{"id":6193,"date":"2018-06-13T18:00:25","date_gmt":"2018-06-13T21:00:25","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=6193"},"modified":"2018-06-13T18:00:25","modified_gmt":"2018-06-13T21:00:25","slug":"visite-o-acervo-online-de-publicacoes-do-peabiru","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2018\/06\/13\/visite-o-acervo-online-de-publicacoes-do-peabiru\/","title":{"rendered":"Visite o acervo online de Publica\u00e7\u00f5es do Peabiru"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:left;\">Voc\u00ea sabia que o Peabiru mant\u00e9m um acervo de trabalhos realizados por colaboradores, ex-colaboradores, pesquisadores e parceiros? S\u00e3o documentos relevantes \u2013 relat\u00f3rios, manuais, artigos, ensaios e teses \u2013, sobre as diferentes tem\u00e1ticas nas quais a organiza\u00e7\u00e3o se envolve.<\/p>\n<p>Acreditamos que tal reposit\u00f3rio sirva para disseminar informa\u00e7\u00f5es e contribuir ao debate de agendas relevantes \u00e0 sociedade. Assim, fica nosso convite \u2013 visite o acervo <a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/publicacoes\/\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Alguns destaques:<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6317\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/viva-curr-ac3a7ac3adfamc3adlia-foto-monte.jpg\" alt=\"viva-curr-ac3a7ac3adfamc3adlia-foto-monte\" width=\"700\" height=\"525\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/viva-curr-ac3a7ac3adfamc3adlia-foto-monte.jpg 700w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/viva-curr-ac3a7ac3adfamc3adlia-foto-monte-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p><strong>&gt; <\/strong><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/ac3a7ac3ad_por_leonorapepper.pdf\"><strong>A\u00e7a\u00ed Ribeirinho no Mercado Global: Adicionando Valor para Garantir Renda Duradoura para Agroextrativistas do Estu\u00e1rio Amaz\u00f4nico<\/strong><\/a><strong>; e cartilha\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/cartilhacertificac3a7c3a3oac3a7ac3ad_leonorapepperbaixa.pdf\"><strong>Possibilidades de Certifica\u00e7\u00e3o como Mecanismo para Valorizar Produ\u00e7\u00e3o Tradicional em Sistemas Agroextrativistas<\/strong><\/a><strong>.\u00a0Por Leonora Genya Pepper, Dra L\u00edvia de Freitas Navegantes Alves.<\/strong><\/p>\n<p>O estudo investiga a certifica\u00e7\u00e3o como uma op\u00e7\u00e3o ainda relativamente inexplorada entre os agricultores ribeirinhos tradicionais para enfrentar as mudan\u00e7as no mercado crescente, e para que o cultivo de a\u00e7a\u00ed continue sendo um meio de vida vi\u00e1vel para os agroextrativistas, diante de desafios como problemas ambientais resultantes da intensifica\u00e7\u00e3o de uso de terra, maior concorr\u00eancia no mercado e exig\u00eancia de novos mercados.<\/p>\n<p>A autora, Leonora Pepper, aluna da Universidade de Yale e bolsista Fullbright no Brasil, realizou pesquisas de campo em duas comunidades ribeirinhas nos rios Canaticu e Santo Ant\u00f4nio (Curralinho e Igarap\u00e9-Miri, respectivamente), e foi orientada Pela Dra L\u00edvia Alves, do N\u00facleo de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias e Desenvolvimento Rural da UFPA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_6319\" style=\"width: 810px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6319\" class=\"alignnone size-full wp-image-6319\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/curralinho-alan-kardek-11.jpg\" alt=\"Curralinho - Alan Kardek (1)\" width=\"800\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/curralinho-alan-kardek-11.jpg 800w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/curralinho-alan-kardek-11-300x169.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/curralinho-alan-kardek-11-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><p id=\"caption-attachment-6319\" class=\"wp-caption-text\">Curralinho &#8211; PA | Foto: Alan Kardek<\/p><\/div>\n<p><strong>&gt; <\/strong><strong><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/abastecimento-de-acc81gua-e-saneamento-em-populaccca7occ83es-ribeirinhas-do-marajocc81.pdf\">\u201cAbastecimento de \u00c1gua e Saneamento em Popula\u00e7\u00f5es Ribeirinhas do Maraj\u00f3: Problemas e Alternativas Desenvolvidas pela Comunidade Boa Esperan\u00e7a, Curralinho \u2013 PA\u201d<\/a><\/strong><strong>. Tha\u00edssa Oliveira, Lucy Anne Guitierrez, Fernanda Silva, La\u00eds Santos, Rayana Amorim, Sandy Ferreira, Leandro Quaresma, Verena Novaes. XXI Simp\u00f3sio Brasileiro de Recursos H\u00eddricos. Novembro de 2015.<\/strong><\/p>\n<p>A falta de abastecimento p\u00fablico de \u00e1gua em comunidades ribeirinhas da Amaz\u00f4nia \u00e9 um problema de sa\u00fade p\u00fablica que afeta uma parcela consider\u00e1vel da popula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o. Levando em considera\u00e7\u00e3o a situa\u00e7\u00e3o de exclus\u00e3o social destas popula\u00e7\u00f5es e a necessidade de se divulgar os problemas locais, o objetivo do trabalho foi investigar as condi\u00e7\u00f5es de abastecimento de \u00e1gua e saneamento da comunidade Boa Esperan\u00e7a, localizada no munic\u00edpio de Curralinho \u2013 PA, dando \u00eanfase aos tratamentos alternativos utilizados pelos moradores atualmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&gt; <\/strong><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/150115-indicadores-socioambientais.pdf\"><strong>\u201cA luz da pesquisa-a\u00e7\u00e3o no projeto Indicadores de Sustentabilidade: um caminho para o desenvolvimento local\u201d<\/strong><\/a><strong>. Por\u00a0Ana Carolina C. Vieira, Thiara Fernandes,\u00a0Maria Jos\u00e9 Barney Gonzalez, Jo\u00e3o Meirelles Filho. Janeiro de 2015.<\/strong><\/p>\n<p>Ensaio que analisa como a pesquisa-a\u00e7\u00e3o-participante \u00e9 capaz de fortalecer o capital social de comunidades rurais em projetos de Responsabilidade Social Corporativa, em que a elabora\u00e7\u00e3o de um indicadores de monitoramento do impacto da rela\u00e7\u00e3o comercial no modo de vida dos agricultores familiares pode transformar as formas de se relacionar e a realidade destes grupos sociais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6320\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mulher-extrativista.jpg\" alt=\"mulher extrativista\" width=\"713\" height=\"428\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mulher-extrativista.jpg 713w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mulher-extrativista-300x180.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 713px) 100vw, 713px\" \/><\/p>\n<p><strong>&gt; <\/strong><strong><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-20032014000100001&amp;lng=en&amp;nrm=iso\">&#8220;\u00c9 sempre bom ter o nosso dinheirinho&#8221;: Sobre a autonomia da mulher no extrativismo da mangaba no Par\u00e1<\/a><\/strong><strong>. Thiara Fernandes e\u00a0Dalva Maria Mota. Publicado em: Revista de Economia e Sociologia Rural, vol.52 no.1 Bras\u00edlia Jan.\/Mar. 2014.<\/strong><\/p>\n<p>O artigo, derivado de disserta\u00e7\u00e3o de mestrado em Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da UFPA, tem por objetivo analisar o trabalho da mulher no extrativismo da mangaba sob o foco da autonomia. Um estudo de caso foi realizado na localidade de Esp\u00edrito Santo, munic\u00edpio de Maracan\u00e3, no Par\u00e1, observando principalmente a organiza\u00e7\u00e3o do trabalho da mulher (na casa e no campo), os arranjos para beneficiamento e venda e o usufruto da renda gerada pelo trabalho no extrativismo. Os resultados demonstram que a maioria das mulheres (66%) considera que tem autonomia na organiza\u00e7\u00e3o do trabalho e no uso da renda da venda dos frutos, o que contraria as pesquisas acad\u00eamicas sobre a agricultura familiar em que o trabalho da mulher \u00e9, geralmente, subordinado ao do homem.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Textos dispon\u00edveis em ingl\u00eas:<\/strong><\/p>\n<p><strong>&gt; <\/strong><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/research-paper-luciana.pdf\"><strong>From the Amazon to the World: Gender Divisions of Labour in an Emerging Value Chain<\/strong><\/a><strong>. <\/strong><strong>Luciana Batista Pereira. Erasmus University, The Hague, Netherlands.<\/strong><\/p>\n<p>Trabalho acad\u00eamico realizado por Luciana Batista Pereira para o ISS \u2013 International Institute of Social Studies \/ Erasmus University, na Holanda, orientado pelo Dr. Lee Pegler, que coordena o projeto Governance of Labour and Logistics for Sustainabilty \u2013 GOLLS, do qual o Instituto Peabiru faz parte.<\/p>\n<p>Trata-se estudo sobre o papel e trabalho das mulheres extrativistas na cadeia produtiva do a\u00e7a\u00ed na regi\u00e3o do Rio Canaticu, na Ilha do Maraj\u00f3, Par\u00e1. Uma an\u00e1lise detalhada e din\u00e2mica das atividades desempenhadas pelas mulheres e dos desafios enfrentados no equil\u00edbrio das responsabilidades dom\u00e9sticas e atividades de subsist\u00eancia com a comercializa\u00e7\u00e3o do a\u00e7a\u00ed, fruto nativo da Floresta Amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6321\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/dsc00029.jpg\" alt=\"DSC00029\" width=\"800\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/dsc00029.jpg 800w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/dsc00029-300x225.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/dsc00029-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/p>\n<p><strong>&gt;<\/strong> <a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/thaissoareshsdissertation.pdf\"><strong>A Holistic Approach to Apprehend Traditional Communities\u2019 of Bel\u00e9m Relationship to Nature.<\/strong><\/a><strong>\u00a0Por Thais Moreno Soares, publicado em\u00a0University of Plymouth Schumacher College.\u00a0 <\/strong><strong>Agosto de 2016.<\/strong><\/p>\n<p>O trabalho, supervisionado por Jo\u00e3o Meirelles, do Instituto Peabiru, e Stephan Harding, explora de forma hol\u00edstica a rela\u00e7\u00e3o de comunidades tradicionais de Bel\u00e9m com a natureza. Estando nas fronteiras entre floresta e cidade, e entre abund\u00e2ncia e escassez, a essas pessoas a percep\u00e7\u00e3o de natureza por vezes oscila entre recurso econ\u00f4mico e met\u00e1fora para vida.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>&gt; <\/strong><strong><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/dissertation_wanessa-marques.pdf\">What does social upgrading mean for small-scale producers? Family Farmers and Oil Palm Cultivation \u2013 A View of Possibilities and Constraints<\/a><\/strong><strong>.<\/strong> <strong>Por Wan\u00eassa Marques Silva,\u00a0University of Antwerp \u2013 Institute of Development Policy and Management. <\/strong><strong>2014<\/strong><\/p>\n<p>Em sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado da Universidade da Antu\u00e9rpia, na B\u00e9lgica, e supervisionada tamb\u00e9m pelo Dr. Lee Pegler, Wan\u00eassa atenta para a atua\u00e7\u00e3o de trabalhadores e pequenos produtores como atores sociais na cadeia de valor global do \u00d3leo de Palma, e suas possibilidades e limita\u00e7\u00f5es em termos de ascens\u00e3o social, melhoria de qualidade de vida, e independ\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 style=\"padding-left:60px;text-align:justify;\"><span style=\"color:#999999;\">O\u00a0<strong>Peabiru Institute<\/strong>\u00a0\u00e9 uma Organiza\u00e7\u00e3o da Sociedade Civil de Interesse P\u00fablico (O<strong>SCIP<\/strong>), com 19 anos de atividade, sede em Bel\u00e9m do Par\u00e1, com a miss\u00e3o de facilitar processos de fortalecimento da organiza\u00e7\u00e3o social e da valoriza\u00e7\u00e3o da sociobiodiversidade, especialmente para que as popula\u00e7\u00f5es extrativistas e os agricultores familiares da A<strong>maz\u00f4nia<\/strong>\u00a0sejam protagonistas de sua realidade.\u00a0<strong>Atua no Par\u00e1, Amap\u00e1, Maranh\u00e3o e Bahia.<\/strong><\/span><\/h4>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea sabia que o Peabiru mant\u00e9m um acervo de trabalhos realizados por colaboradores, ex-colaboradores, pesquisadores e parceiros? 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