{"id":6675,"date":"2018-12-21T13:34:33","date_gmt":"2018-12-21T16:34:33","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=6675"},"modified":"2018-12-21T13:34:33","modified_gmt":"2018-12-21T16:34:33","slug":"projeto-sobre-manguezais-do-peabiru-vence-edital-do-petrobras-socioambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2018\/12\/21\/projeto-sobre-manguezais-do-peabiru-vence-edital-do-petrobras-socioambiental\/","title":{"rendered":"Projeto do Peabiru sobre Manguezais vence edital do Petrobr\u00e1s SocioAmbiental"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\"><em><strong>Projeto \u201cP\u00e9 na Lama\u201d, em parceria com o laborat\u00f3rio LAMA da UFPA em Bragan\u00e7a, prop\u00f5e atua\u00e7\u00e3o em manguezais em tr\u00eas Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o do Nordeste Paraense<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O Instituto Peabiru teve projeto selecionado entre mais de 1.600 concorrentes na Sele\u00e7\u00e3o P\u00fablica 2018 do Programa Petrobras Socioambiental. O <strong>Projeto P\u00e9 na Lama<\/strong>, aprovado na linha de atua\u00e7\u00e3o Florestas e Clima, foi um dos 68 selecionados no edital, figurando entre os apenas seis projetos com atua\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Esse \u00e9 o terceiro projeto do Peabiru aprovado em editais socioambientais da Petrobras, ap\u00f3s os projetos <em>Casa da Virada<\/em> (Curu\u00e7\u00e1, Salgado Paraense, Par\u00e1), em 2006 e <em>Maraj\u00f3 Viva Pesca<\/em> (Curralinho, Ilha do Maraj\u00f3, Par\u00e1), em 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O \u201cProjeto P\u00e9 na Lama\u201d\u00a0tem por finalidade a recupera\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de manguezais em Reservas Marinhas (RESEX Mar) localizadas na costa nordeste do Estado do Par\u00e1. O projeto atuar\u00e1 na RESEX Mar Ara\u00ed-Peroba, em Augusto Corr\u00eaa; RESEX Mar Caet\u00e9 Tapera\u00e7u, em Bragan\u00e7a e na RESEX Mar Tracuateua, em Tracuateua. Em fun\u00e7\u00e3o do seu alto poder de sequestro de carbono e redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, o manguezal \u00e9 um ecossistema fundamental \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o do clima no Planeta, al\u00e9m de altamente relevante no controle da eros\u00e3o costeira e como ber\u00e7\u00e1rio da vida costeira e marinha.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O Instituto Peabiru \u00e9 o proponente do projeto e conta com parceria do Laborat\u00f3rio de Ecologia de Manguezal (LAMA), da Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA). O LAMA faz parte do Instituto de Estudos Costeiros (IECOS) da UFPA \u2013 <em>Campus<\/em> de Bragan\u00e7a e desenvolve projetos junto ao Peabiru na regi\u00e3o bragantina. A parceria estende-se \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de estudos e pesquisas em conjunto no territ\u00f3rio e envolve ainda a Associa\u00e7\u00e3o Sarambu\u00ed, entidade da sociedade civil com atua\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o, que colaborou na concep\u00e7\u00e3o do projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O foco do <strong>P\u00e9<\/strong> <strong>na<\/strong> <strong>Lama<\/strong> est\u00e1 na recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas de manguezal e na recupera\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies-chave do ecossistema, como o mangue branco e o caranguejo-u\u00e7\u00e1, proporcionando a elabora\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es direcionadas ao uso sustent\u00e1vel e \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o desses recursos. De acordo com o Professor da UFPA, Dr. Marcus Fernandes, \u00e9 proposto o envolvimento dos diferentes grupos sociais das comunidades tradicionais estuarino-costeiras residentes dentro e no entorno das unidades de conserva\u00e7\u00e3o, no contexto socioambiental e educacional. Herm\u00f3genes S\u00e1 de Oliveira, diretor executivo do Instituto Peabiru, destaca a prioridade do Peabiru para a regi\u00e3o costeira, seja no Maraj\u00f3, Salgado Paraense ou Zona Bragantina, com aten\u00e7\u00e3o para os ambientes em que vivem dezenas de milhares de fam\u00edlias de pescadores artesanais, extrativistas de caranguejeiros e agricultores, altamente exclu\u00eddos. Ressalta, ainda, os esfor\u00e7os, em parceria com os pesquisadores, para avan\u00e7ar em a\u00e7\u00f5es de pesquisa cient\u00edfica, manejo pesqueiro e recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas. O valor total financiado \u00e9 de aproximadamente R$ 5,8 milh\u00f5es, com execu\u00e7\u00e3o prevista para 24 meses.<\/p>\n<div id=\"attachment_6677\" style=\"width: 4378px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6677\" class=\"alignnone size-full wp-image-6677\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/20072012\u00aeRafael-Araujo-Curuca-Peabiru-00246.jpg\" alt=\"20072012\u00aeRafael Araujo-Curuca-Peabiru-00246\" width=\"4368\" height=\"2912\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/20072012\u00aeRafael-Araujo-Curuca-Peabiru-00246.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/20072012\u00aeRafael-Araujo-Curuca-Peabiru-00246-300x200.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/20072012\u00aeRafael-Araujo-Curuca-Peabiru-00246-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/20072012\u00aeRafael-Araujo-Curuca-Peabiru-00246-768x512.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/20072012\u00aeRafael-Araujo-Curuca-Peabiru-00246-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/20072012\u00aeRafael-Araujo-Curuca-Peabiru-00246-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 4368px) 100vw, 4368px\" \/><p id=\"caption-attachment-6677\" class=\"wp-caption-text\"><em>Manguezais da regi\u00e3o costeira. Imagem: Rafael Ara\u00fajo.<\/em><\/p><\/div>\n<p style=\"text-align:justify;\">Jo\u00e3o Meirelles Filho, diretor geral do Peabiru, recorda que os manguezais entre S\u00e3o Lu\u00eds, no Maranh\u00e3o e Bel\u00e9m, Par\u00e1, representam o maior conjunto cont\u00ednuo de manguezais do planeta e merecem aten\u00e7\u00e3o especial, especialmente porque seu entorno foi severamente desmatado, restando os manguezais como barreira diante do aumento do n\u00edvel do mar. Observa, tamb\u00e9m, que foi gra\u00e7as ao Projeto Casa da Virada, apoiado pelo Programa Petrobras Socioambiental que foi descoberto o ecossistema \u201cMata Amaz\u00f4nica Atl\u00e2ntica\u201d no litoral paraense, em parceria com o Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A Sele\u00e7\u00e3o P\u00fablica 2018 do Programa Petrobras Socioambiental recebeu 1.699 projetos. Foram aprovados 1.535 no processo de triagem administrativa, que verificou a regularidade da documenta\u00e7\u00e3o apresentada. Na sequ\u00eancia, as 500 propostas com melhor avalia\u00e7\u00e3o na etapa de triagem t\u00e9cnica foram submetidas \u00e0 Comiss\u00e3o de Sele\u00e7\u00e3o, sendo 250 selecionadas para aprecia\u00e7\u00e3o pelo Comit\u00ea Deliberativo. O resultado completo da sele\u00e7\u00e3o p\u00fablica encontra-se dispon\u00edvel no site do <a href=\"http:\/\/sites.petrobras.com.br\/socioambiental\/selecoes-publicas\/selecao-2018\/\">Programa Petrobras Socioambiental<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto \u201cP\u00e9 na Lama\u201d, em parceria com o laborat\u00f3rio LAMA da UFPA em Bragan\u00e7a, prop\u00f5e atua\u00e7\u00e3o em manguezais em tr\u00eas Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o do Nordeste Paraense O Instituto Peabiru teve projeto selecionado entre mais de 1.600 concorrentes na Sele\u00e7\u00e3o P\u00fablica 2018 do Programa Petrobras Socioambiental. 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