{"id":8914,"date":"2020-10-23T18:07:18","date_gmt":"2020-10-23T21:07:18","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=8914"},"modified":"2020-10-23T18:07:18","modified_gmt":"2020-10-23T21:07:18","slug":"programa-abelhas-da-amazonia-do-instituto-peabiru-inicia-atividades-de-meliponicultura-em-novo-polo-no-para","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/2020\/10\/23\/programa-abelhas-da-amazonia-do-instituto-peabiru-inicia-atividades-de-meliponicultura-em-novo-polo-no-para\/","title":{"rendered":"Programa Abelhas da Amaz\u00f4nia do Instituto Peabiru inicia atividades de meliponicultura em novo polo no Par\u00e1"},"content":{"rendered":"<p><em>As atividades de mobiliza\u00e7\u00e3o do projeto Amigo das Abelhas da Amaz\u00f4nia tiveram in\u00edcio em Boa Vista do Acar\u00e1 e buscam construir um novo polo de produ\u00e7\u00e3o familiar da meliponicultura<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"810\" height=\"1080\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091612.jpg?w=788\" alt=\"\" class=\"wp-image-8916\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091612.jpg 810w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091612-225x300.jpg 225w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091612-768x1024.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091612-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091612-1536x2048.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 810px) 100vw, 810px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:11px;\"><em>Melipon\u00e1rio modelo em Boa Vista do Acar\u00e1 \u00e9 exemplo do potencial da cria\u00e7\u00e3o de abelhas sem ferr\u00e3o na localidade.<\/em><br><em>Foto: Mariana Faro\/Instituto Peabiru.<\/em><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Um novo polo de meliponicultura est\u00e1 sendo desenvolvido pelo Instituto Peabiru no munic\u00edpio de Boa Vista do Acar\u00e1, no Par\u00e1, com apoio do <a href=\"https:\/\/www.climaesociedade.org\/\">Instituto Clima e Sociedade<\/a>. Vinte fam\u00edlias da localidade ser\u00e3o selecionadas para participar das atividades do projeto que ir\u00e1 contemplar as fam\u00edlias com 300 colmeias matrizes, fornecendo capacita\u00e7\u00e3o para in\u00edcio da cria\u00e7\u00e3o de abelhas sem ferr\u00e3o, al\u00e9m da garantia de compra da produ\u00e7\u00e3o local ao final do ciclo produtivo.<\/p>\n\n\n\n<p>O Instituto Peabiru convidou no in\u00edcio de outubro fam\u00edlias e organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias de Boa Vista do Acar\u00e1 a conhecerem a proposta do seu Programa de Abelhas da Amaz\u00f4nia, desenvolvido desde 2006. O Programa desenvolve projetos em parceria com organiza\u00e7\u00f5es sociais de territ\u00f3rios da Amaz\u00f4nia para cria\u00e7\u00e3o de abelhas sem ferr\u00e3o, atividade que gera renda e promove educa\u00e7\u00e3o ambiental. Conhecidas como abelhas sem ferr\u00e3o por conta do seu ferr\u00e3o atrofiado, as abelhas mel\u00edponas geram uma s\u00e9rie de produtos e servi\u00e7os ambientais nas \u00e1reas onde s\u00e3o criadas, como o mel, o p\u00f3len e a poliniza\u00e7\u00e3o das plantas. O m\u00e9is das abelhas mel\u00edponas t\u00eam sabor \u00fanico e s\u00e3o alimentos tradicionalmente obtidos da floresta por povos origin\u00e1rios da Amaz\u00f4nia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com apoio de diferentes financiadores ao longo dos \u00faltimos 14 anos, o <strong>Programa<\/strong> <strong>Abelhas da Amaz\u00f4nia<\/strong>&nbsp; j\u00e1 desenvolveu projetos de meliponicultura em territ\u00f3rios no Amap\u00e1, Amazonas e Par\u00e1, com mais de vinte comunidades participantes e a conquista do Selo de Inspe\u00e7\u00e3o Federal para comercializa\u00e7\u00e3o do mel dessas localidades. Atualmente, participam do Programa mais de cento e vinte produtores de vinte comunidades rurais de oito munic\u00edpios no Par\u00e1 e Amap\u00e1, al\u00e9m de outras comunidades parceiras no Amazonas. Agora, as fam\u00edlias de Boa Vista do Acar\u00e1 t\u00eam a oportunidade de participar do projeto de um novo polo da meliponicultura em um ciclo inicial de dois anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-background has-white-background-color has-white-color\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Um novo polo de meliponicultura em Boa Vista do Acar\u00e1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto denominado <strong>Amigo das Abelhas da Amaz\u00f4nia<\/strong> conta com financiamento do <a href=\"https:\/\/www.climaesociedade.org\/\">Instituto Clima e Sociedade<\/a> e ir\u00e1 selecionar 20 fam\u00edlias de Boa Vista do Acar\u00e1 aptas a desenvolver a meliponicultura em suas \u00e1reas. O projeto oferece a estrutura para forma\u00e7\u00e3o dos melipon\u00e1rios e assist\u00eancia t\u00e9cnica com profissionais especializados na cria\u00e7\u00e3o de abelhas mel\u00edponas. Para participa\u00e7\u00e3o, cada fam\u00edlia assina um termo de parceria que registra os benef\u00edcios a que ter\u00e1 acesso e as responsabilidades assumidas. As fam\u00edlias selecionadas participam da defini\u00e7\u00e3o conjunta da agenda de visitas t\u00e9cnicas e treinamentos, que incluem temas como introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 meliponicultura, alimenta\u00e7\u00e3o das abelhas e reprodu\u00e7\u00e3o de colmeias.<\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o da oportunidade pela equipe do Instituto Peabiru foi realizada em uma reuni\u00e3o para a comunidade local, seguindo todos os protocolos de preven\u00e7\u00e3o \u00e0 COVID-19. O encontro contou com a participa\u00e7\u00e3o de mais de 30 moradores interessados, que puderam conhecer a proposta do projeto, as condi\u00e7\u00f5es de participa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos materiais e treinamentos oferecidos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1920\" height=\"1080\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120143.jpg?w=1680\" alt=\"\" class=\"wp-image-8963\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120143.jpg 1920w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120143-300x169.jpg 300w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120143-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120143-768x432.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120143-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120143-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:11px;\"><em>Moradores de Boa Vista do Acar\u00e1 convidados a conhecer a oportunidade de participa\u00e7\u00e3o no projeto Amigo das Abelhas da Amaz\u00f4nia.<\/em><br><em>Foto: Mariana Faro\/Instituto Peabiru.<\/em><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p>A sele\u00e7\u00e3o ir\u00e1 considerar a viabilidade da instala\u00e7\u00e3o dos melipon\u00e1rios nos quintais de cada fam\u00edlia com avalia\u00e7\u00e3o das \u00e1reas dispon\u00edveis. Com o grupo formado, \u00e9 prevista para janeiro de 2021 a instala\u00e7\u00e3o das caixinhas que abrigam as col\u00f4nias (ver foto). Ser\u00e3o instalados 30 cavaletes em cada \u00e1rea familiar, sendo destes 15 caixas com abelhas e 15 caixas vazias, para amplia\u00e7\u00e3o posterior das colmeias. Com a orienta\u00e7\u00e3o dos t\u00e9cnicos e gest\u00e3o pelas fam\u00edlias, que demanda poucas horas de manuten\u00e7\u00e3o por semana, a previs\u00e3o \u00e9 colher o primeiro lote estimado em 300 kg de mel produzido em Boa Vista j\u00e1 em dezembro de 2021. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 das fam\u00edlias e a compra \u00e9 garantida pelo Peabiru.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"810\" height=\"1080\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091557-1.jpg?w=788\" alt=\"\" class=\"wp-image-8966\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091557-1.jpg 810w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091557-1-225x300.jpg 225w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091557-1-768x1024.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091557-1-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_091557-1-1536x2048.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 810px) 100vw, 810px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:11px;\"><em>Participantes assistem a demonstra\u00e7\u00e3o de coleta do mel de abelhas sem ferr\u00e3o diretamente das colmeias.<\/em><br><em>Foto: Mariana Faro\/Instituto Peabiru.<\/em><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-background has-white-background-color has-white-color\" \/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Apoio na produ\u00e7\u00e3o e gera\u00e7\u00e3o de renda para as fam\u00edlias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao final de 2021&nbsp;o projeto estima coletar pelo menos 30Kg&nbsp; de mel nas \u00e1reas de cada fam\u00edlia. Essa produ\u00e7\u00e3o tem compra garantida pelo Instituto Peabiru e deve gerar uma renda extra de R$1.050,00 por fam\u00edlia ao final do primeiro ano de produ\u00e7\u00e3o. A primeira reprodu\u00e7\u00e3o das colmeias, quando as caixas sem abelhas recebem novas moradoras para forma\u00e7\u00e3o de novas colm\u00e9ias, est\u00e1 prevista para janeiro de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Fernando Oliveira, Coordenador&nbsp; do projeto, a produ\u00e7\u00e3o estimada no Acar\u00e1&nbsp; \u00e9 de at\u00e9 90kg de mel em cada melipon\u00e1rio (com 30 colmeias em cada melipon\u00e1rio) que podem ser coletados com a m\u00e3o de obra de uma pessoa com apoio de um ajudante. Com a coleta do mel e reprodu\u00e7\u00e3o das colm\u00e9ias, cada fam\u00edlia participante chegar\u00e1&nbsp; a 30 colmeias ativas no in\u00edcio do segundo ciclo, com estimativa de colher o triplo&nbsp; de mel coletado no primeiro ano e arrecadar R$3.150,00 com a venda da produ\u00e7\u00e3o. Ao final do projeto, em dezembro de 2022, espera-se que&nbsp; cada fam\u00edlia possa alcan\u00e7ar a produ\u00e7\u00e3o de 90kg&nbsp; de mel por ano (podendo vender ao Peabiru cada litro por pelo menos R$45,00, em valores de hoje), resultando em uma renda extra de R$3.150,00&nbsp;por fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da garantia de renda com a venda da produ\u00e7\u00e3o diretamente ao Instituto Peabiru, a parceria da comunidade com a organiza\u00e7\u00e3o permite realizar o beneficiamento do mel produzido localmente para comercializa\u00e7\u00e3o no mercado formal. Tudo isso porque o mel de abelhas sem ferr\u00e3o fermenta rapidamente o que dificulta a venda local, pois sem a desumidifica\u00e7\u00e3o o mel permanece bastante perec\u00edvel. Para a venda local, sem passar pelo processo de desumidifica\u00e7\u00e3o, o mel precisa ser armazenado na geladeira para ser consumido. Para preservar o produto, as fam\u00edlias recebem do Peabiru materiais de coleta e capacita\u00e7\u00e3o sobre como retirar e armazenar o mel garantindo sua durabilidade e qualidade. Entre os ganhos est\u00e1 ainda o fortalecimento do territ\u00f3rio com grupos locais atuantes e possibilidade de expandir o n\u00famero de fam\u00edlias participantes e a renda total para a localidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"604\" height=\"1080\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_105406.jpg?w=588\" alt=\"\" class=\"wp-image-8970\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_105406.jpg 604w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_105406-168x300.jpg 168w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_105406-573x1024.jpg 573w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_105406-768x1373.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_105406-859x1536.jpg 859w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_105406-1146x2048.jpg 1146w\" sizes=\"auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:11px;\"><em>Fernando Oliveira, coordenador do projeto, apresenta aos participantes detalhes do projeto Amigo das Abelhas da Amaz\u00f4nia. Foto: Mariana Faro\/Instituto Peabiru.<\/em><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<p>Uma das organiza\u00e7\u00f5es participantes da reuni\u00e3o inicial para forma\u00e7\u00e3o do polo em Boa Vista do Acar\u00e1 foi a APOBV &#8211; Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores Org\u00e2nicos de Boa Vista. A Associa\u00e7\u00e3o local j\u00e1 trabalha h\u00e1 20 anos na produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de ervas, como a priprioca e a pataqueira, e parte de seus 53 produtores associados atenderam ao convite para conhecer mais sobre a oportunidade de trabalhar tamb\u00e9m com a cria\u00e7\u00e3o de abelhas sem ferr\u00e3o. Uma das associadas da APOBV, Cleide Vilhena v\u00ea com entusiasmo a iniciativa e pretende participar para instalar o melipon\u00e1rio na \u00e1rea de sua fam\u00edlia. \u201cEu achei interessante&nbsp; o projeto pela fonte de renda que n\u00f3s vamos ter, al\u00e9m da capacita\u00e7\u00e3o que \u00e9 muito importante. Quero me ver cuidando das abelhas e estou ansiosa torcendo para ser contemplada pelo projeto. A cria\u00e7\u00e3o das abelhas ser\u00e1 tamb\u00e9m algo a mais a apresentar no meu pacote de turismo. Tenho a casa de farinha, barraquinha de artesanato, o banho de cheiro. Com abelhas a expectativa \u00e9 grande, creio que vai dar tudo certo\u201d diz a moradora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"721\" height=\"1080\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120723_red.jpg?w=701\" alt=\"\" class=\"wp-image-8979\" srcset=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120723_red.jpg 721w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120723_red-200x300.jpg 200w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120723_red-683x1024.jpg 683w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120723_red-768x1151.jpg 768w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120723_red-1025x1536.jpg 1025w, https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120723_red-1367x2048.jpg 1367w\" sizes=\"auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"font-size:11px;\"><em>Cleide Vilhena, da APOBV, \u00e9 uma das moradoras de Boa Vista do Acar\u00e1 interessadas na cria\u00e7\u00e3o de abelhas sem ferr\u00e3o e nas oportunidades que o projeto oferece.<\/em><br><em>Foto: Mariana Faro\/Instituto Peabiru.<\/em><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n\n\n\n<div style=\"height:100px;\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As atividades de mobiliza\u00e7\u00e3o do projeto Amigo das Abelhas da Amaz\u00f4nia tiveram in\u00edcio em Boa Vista do Acar\u00e1 e buscam construir um novo polo de produ\u00e7\u00e3o familiar da meliponicultura Um novo polo de meliponicultura est\u00e1 sendo desenvolvido pelo Instituto Peabiru no munic\u00edpio de Boa Vista do Acar\u00e1, no Par\u00e1, com apoio do Instituto Clima e [&hellip;]<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":8963,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[12,13,29,34,69,195,401,436,526,525,600],"class_list":["post-8914","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-destaques","tag-meliponicultura","tag-abelhas-sem-ferrao","tag-acara","tag-amigo-das-abelhas-da-amazonia","tag-colmeias","tag-ics","tag-instituto-clima-e-sociedade","tag-meliponarios","tag-meliponas","tag-para"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/20201004_120143.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8914","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8914"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8914\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8963"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8914"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8914"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/peabiru.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8914"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}