Marajó

Principais ações realizadas:

Índice:

  1. Embarca Marajó (2015-2017)
  2. Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) a Assentamentos no Marajó (2014-2016)
  3. Marajó Viva Pesca (2013-2015)
  4. Fortalecimento dos Arranjos Produtivos – APLs de açaí e andiroba no Marajó (2012-2014)
  5. Viva Marajó (2010-2012)
  6. Estudos e publicações de terceiros sobre o Marajó.

1. Embarca Marajó (2015-2017)

Foi uma realização do IEB, Instituto Peabiru e Instituto Vitória Régia, com apoio do Fundo Socioambiental Caixa, para o  fortalecimento de processos de desenvolvimento local integrado a políticas públicas, nos municípios onde trafega a Agência-barco. O Peabiru atuou principalmente em Curralinho, no açaí e em Salvaterra, com óleo de andiroba, difundindo boas iniciativas locais. Também foi produzido o filme “Marajó Mulher”, pela Associação Dalcídio Jurandir e exibido em cidades do Marajó.

 

Confira aqui o primeiro e segundo boletim gerado.

Veja matérias relacionadas aqui.

2. Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) a Assentamentos no Marajó (2014-2016)

A partir de edital do INCRA, o Instituto Peabiru assistiu cerca de 800 famílias de 5 assentamentos agroextrativistas (PAEX) dos municipios de Cachoeira do Arari e Ponta de Pedras, no Marajó. Abaixo documentos produzidos:

1 – Diagnósticos Rápido Participativos

Relatórios

Registro fotográfico

2 – Planos Participativos

3. Marajó Viva Pesca (2013-2015)

Com o patrocínio da Petrobras e do Governo Federal, trabalhou para a criação de acordos de pescas, visando a recuperação e conservação dos estoques pesqueiros do Rio Canaticu, em Curralinho, no Marajó.

 

 

  • Veja o resultado dos acordos aqui.
  • Confira o guia dos acordos.
  • Confira a página do projeto aqui.

4. Fortalecimento dos Arranjos Produtivos – APLs de açaí e andiroba no Marajó (2012-2014)

Este trabalho pioneiro é parte da política pública do Ministério do Meio Ambiente, financiado pelo PNUD, para produtos da sociobiodiversidade em todo o Brasil.

5. Viva Marajó (2010-2012)

A primeira ação do Instituto Peabiru no Marajó, financiada pelo Fundo Vale, iniciou-se com amplo diagnóstico (Escuta Marajó); estudos sobre 4 cadeias de valor (açaí, farinha de mandioca, pecuária e pesca artesanal);  ações para o fortalecimento das organizações sociais locais; e  estudos para a criação da Reserva da Biosfera do Marajó, entre outras ações. Veja abaixo:

Estudos de cadeias de valor:

Estudo para criação da Reserva da Biosfera do Marajó (minuta do documento para Secretaria de Meio Ambiente do Pará entregar para a COBRAMAB)

  1. Diagnóstico das Cadeias de Valor Sustentáveis e Inclusivas do Marajó – açaí, mandioca, pesca artesanal e pecuária –
  2. Açaí
  3. Mandioca
  4. Pecuária
  5. Pesca Artesanal

Ordenamento Fundiário e Escuta Marajó

1. Viva Marajó: ordenamento fundiário de um território verde. Aprendizados e desafios de 3 anos trabalho Publicado em: Instituto Peabiru. Belém, Brasil. Janeiro, 2013.
2
Viva Marajó: Escuta Marajó-Diagnóstico Socioeconômico, Ambiental e Cultural do Arquipélago do Marajó Publicado em: Instituto Peabiru. Belém, Brasil. Novembro, 2011.

Mapa Dos Municípios do Marajó

1 – Mapa Fundiário da Mesorregião do Marajó

2- Mapas dos municípios do Marajó

6. Estudos e publicações de terceiros sobre o Marajó

 

7. Artigos

  1. Arroz no Marajó: a impunidade do agronegócio. 

João Carlos de Souza Meirelles Filho. Publicado em: Revista Ibict. Instituto Ibict. Brasília – DF, 2014

2. Caracterização Socioeconômica da Produção e Comercialização de Farinha de Mandioca no Município de Portel, Arquipélago do Marajó, Estado do Pará. 

Marcos Antônio Souza dos Santos & Antônio Cordeiro de Santana. Publicado em: Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável.

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