Como viver e participar da gestão de uma Reserva Extrativista

Agentes Ambientais discutem gestão de unidades de conservação

Viver em uma Reserva Extrativista (Resex), ou no entorno dela, envolve uma série de conhecimentos para um agir consciente quanto à conservação do próprio território onde se está inserido. É esta a reflexão proposta neste sábado, 29, aos alunos da formação em Agentes Ambientais, do Programa Casa da Virada, desenvolvido pelo Instituto Peabiru, em Curuçá, onde está localizada a Resex Mãe Grande Curuçá.
Os jovens participam de uma oficina sobre Unidades de Conservação, sobretudo os aspectos que envolvem a gestão de uma Resex, ministrada pelo sociólogo Manoel Potiguar, assistente de projetos do Instituto Peabiru, que trabalhou em gestão de unidades de conservação na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). “O que se pretende é que os alunos não apenas saibam os conceitos de Resex, mas que reflitam sobre os encaminhamentos necessários para gerir e fazer valer a Resex”, destaca.
Segundo o sociólogo, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) estabelece que em uma Resex de uso sustentável, como a Mãe Grande de Curuçá, a comunidade tem poder sobre as decisões para fazer a gestão. “Por isso, vamos trabalhar com vídeos e trabalhos em grupo para construir uma linha do tempo que mostre o estado atual da reserva e identificar indicadores de melhorias”, explica.
Serviço – A oficina começa 8h30 na Escola Estadual Olinda Veras Alves, em Curuçá. O Programa Casa da Virada é patrocinada pelo Programa Petrobras Ambiental, da Petrobras.
Saiba mais sobre a formação dos Agentes Ambientais do Programa Casa da Virada aqui.

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