Moradores discutem plano de ação em Ecoturismo de Base Comunitária

Comunidade de Candeua, em Curuçá, tem como atrativos belos igarapés, mangues e passeios de canoa (Foto: Ana Gabriela Fontoura)

Comunidade de Candeua, em Curuçá, tem como atrativos belos igarapés, mangues e passeios de canoa (Foto: Ana Gabriela Fontoura)

Representantes da Associação de Moradores da Comunidade de Candeua, no município de Curuçá, no nordeste do Pará, retomaram as discussões sobre o início de atividades de Ecoturismo de Base Comunitária (EBC) na localidade. A reunião de avaliação do Plano de Ação de EBC, parte do Projeto Casa da Virada, do Instituto Peabiru, ocorreu no último dia 9 de março, na comunidade. O Conselho Municipal de Turismo também participou do encontro.

De acordo com a assistente técnica do projeto, Paula Vanessa, a reunião buscou identificar, analisar e visualizar de forma participativa a situação atual do grupo e o potencial de fortalecimento da organização para começar a receber visitantes. “Foi apresentado o plano de ação do ecoturismo e descritas as ações que estão previstas. Os presentes assumiram o compromisso de continuar as ações e de tentar envolver mais pessoas nas próximas atividades”, destaca.

A comunidade de Candeua começou a participar de oficinas de capacitação em EBC em novembro do ano passado, como parte das ações do Casa da Virada, patrocinado pelo Programa Petrobras Ambiental, da Petrobras. Agricultores, artesãos, estudantes, professoras, donas de casa e pescadores da comunidade começaram a conhecer, então, quais são os princípios para o desenvolvimento da atividade de EBC. Eles construíram de maneira participativa um primeiro mapa de atrativos da localidade, que possui belos igarapés, mangues, artesanato e danças folclóricas. Candeua está inserida na área da Reserva Extrativista Mãe Grande Curuçá.

O Ecoturismo de Base Comunitária é um dos programas da área de Cadeias de Valor Inclusivas desenvolvidos pelo Instituto Peabiru e segue princípios fundamentais, que destacam a conservação ambiental, a valorização da cultura local, a oportunidade de aprendizado e renda complementar e, sobretudo, o planejamento e desenvolvimento da atividade a partir da comunidade.

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