Vídeo destaca importância da Mata Amazônica Atlântica para conservação de florestas de terra firme

Matas ainda guardam vegetação remanescente que formou parte da cobertura vegetal do nordeste do Pará há mais de 500 anos

Matas ainda guardam vegetação remanescente que formou parte da cobertura vegetal do nordeste do Pará há mais de 500 anos (Foto: Dário Amaral)

Um dos principais resultados do Projeto Casa da Virada, do Instituto Peabiru, são as pesquisas realizadas na Ilha de Ipomonga, em Curuçá, em uma área denominada Mata Amazônica Atlântica, um dos últimos remanescentes das matas de terra firme da Amazônia. O diagnóstico científico feito em parceria com pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi e Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará (NUMA/UFPA) foi apresentado em seminário público no último dia 17, em Belém, assim como foram apontadas as alternativas de conservação desta floresta de 150 hectares, rara por sua relevância biológica e integridade ambiental.

Saiba mais sobre a Mata Amazônica Atlântica no vídeo abaixo:

As pesquisas ampliaram os levantamentos de vegetação, envolvendo indicadores de diversidade, composição florística e fitossociologia. Foram identificadas na mata 115 espécies vegetais, entre elas a castanheira (Bertholetia excelsa) e a araracanga (Aspidosperma desmanthum), que constam na lista de espécies ameaçadas da Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Pará (Sema).

Segundo os pesquisadores, uma das alternativas de conservação poderia ser a inclusão da área no território da Reserva Extrativista Mãe Grande Curuçá, que protege apenas manguezais, praias e uma faixa de água. Outras possibilidades seriam a utilização ao público para atividades ecológicas como trilhas e observação de aves, além da criação de um Parque Estadual para proteger a Mata Amazônica Atlântica e os ambientes associados, criando um mosaico de unidades de conservação na região. O Projeto Casa da Virada tem o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental.

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