Unicef e parceiros mobilizam toda a Amazônia Legal para os direitos de crianças e adolescentes no Selo Unicef Município Aprovado 2013-2016

Ciclo de capacitações envolveu cerca quase 500 pessoas

Ciclo de capacitações envolveu cerca quase 500 pessoas

Foram dois meses de uma verdadeira maratona de mobilizações por telefone e email encontros presenciais, um total de 43 dias de discussões, aprendizados e troca de experiências envolvendo quase 1000 pessoas, técnicos das prefeituras municipais e conselheiros de Direitos da Criança e do Adolescente dos nove Estados da Amazônia Legal, além de reuniões de mobilização e advocacy com secretários de Estado, legisladores e representantes de órgãos públicos, além de apoiadores. Ao final, cerca de 80% dos 611 municípios inscritos no Selo Unicef Município Aprovado 2013-2016 estão prontos para realizar o 1º Fórum Comunitário, momento em que as comunidades vão começar a articulação local para fazer o diagnóstico municipal sobre a situação de crianças e adolescentes e plano de ação municipal.

Foram dois meses de capacitações, iniciadas em fevereiro

Foram dois meses de capacitações, iniciadas em fevereiro

Os primeiros ciclos de capacitações do Selo Unicef Município Aprovado, edição 2013-2016 começaram ainda em fevereiro, com a mobilização dos municípios dos estados do Pará, Amazonas e Rondônia. Depois, ao longo de mês de março foi a vez do Amapá, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Acre.

Durante as capacitações, os municípios conheceram o material didático disponibilizado pelo UNICEF para apoiar a ação nos municípios e sobre a metodologia que deverá ser aplicada para alcançar bons resultados até 2016. Para passar o conteúdo, nada de palestras incansáveis e fórmulas acabadas. Para passar o conteúdo e não deixar ninguém sair com dúvidas, os oficiais do Unicef e técnicos do Instituto Peabiru e Escola de Governantes, parceiros no Pará e Maranhão, respectivamente, usaram teatro, fitas coloridas, ilustrações, música e filmes.

Foi possível ensinar e aprender com a riqueza de pessoas que dedicam suas vidas à conquista de direitos de crianças e adolescentes e esperam somente um “empurrãzinho” para arregaçar as mangas e começar o trabalho. Gente como Salete de Castro, menina de origem quilombola, que cresceu em orfanatos, foi empregada doméstica ainda criança, mas nunca perdeu o brilho no olhar e a vontade de ajudar a mudar a vida de crianças e adolescentes. “Eu me reconheço nas crianças e adolescentes que precisam de ajuda. Gosto da proposta do UNICEF porque vai no município onde eles estão. É simples e todo mundo pode acessar”.

É possível aprender também com o entusiasmo do professor Edmar Nascimento, coordenador e regente da Orquestra Sinfônica Jovem do município de Nova Mutum. “A orquestra fez toda a diferença na conquista da primeira edição do Selo Unicef Município Aprovado e vai continuar fazendo nesta nova edição. A música abre o sentidos e prepara as pessoas para conquistas que elas nem imaginam, disse Edmar, que nesta edição é também presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Próximas etapas

A partir do primeiro ciclo de capacitações, os municípios estão aptos a realizar o 1º Fórum Comunitário e várias outras atividades, como a Semana do Bebê, palestras em escolas, etc. Mesma a distancia, eles têm todo o suporte técnico do Instituto Peabiru e do Unicef para tirar dúvidas e agregar detalhes às atividades nos municípios, que envolvem mobilização, capacitação e articulações locais para alcançar a melhoria na vida de crianças e adolescentes e o Selo Unicef Município Aprovado em 2016, ao final desta etapa.

O apoio pode vir também das equipes dos respectivos governos estaduais. Para isso, antes de cada ciclo de formação, os técnicos do Unicef reuniram secretários de Estado de todos os estados envolvidos. Destaque para a Secretária de Educação do Tocantins, Adriana Aguiar, e a chefe de Gabinete do Estado, Walquíria Rezende, que se colocaram pessoalmente e suas equipes à disposição das ações do Unicef no Estado. Ou do Secretário de Saúde do Pará, Hélio Franco, que fez questão de conhecer e apoiar as ações do Selo no Estado.

 

Texto: Jaqueline Ferreira

Selo UNICEF

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