Instituto Peabiru publica relatório de prospecção em meliponicultura no Marajó

A técnica agrícola Josiane Rodrigues Morais, do Rio Canaticu e Márcio Barreiros Santos com caixa de abelhas nativas.

A técnica agrícola Josiane Rodrigues Morais, do Rio Canaticu, em Curralinho (Marajó) e Márcio Barreiros Santos, morador da região, com caixa de abelhas nativas.

A Meliponicultura, criação de abelhas indígenas sem ferrão, vem se destacando no território brasileiro como uma atividade de potencial socioambiental de grande relevância. Principais agentes polinizadores, até 90% das florestas são polinizadas por Meliponíneos. No Marajó, populações tradicionais vivem em função da utilização dos seus recursos naturais, em destaque para o foco profissional na coleta de açaí e do pescado como principais fontes de trabalho e renda. No entanto, a Meliponicultura é uma atividade pouco difundida nesta região.

Neste sentido, com o apoio financeiro da Tambor Açaí, o consultor do Instituto Peabiru, Fernando Oliveira, realizou visita de prospecção para instalação da criação de abelhas nativas em Curralinho, Marajó, PA. A conclusão aponta como sendo esta uma região estratégica e de alto potencial para se estabelecer um robusto programa de meliponicultura. Para tanto, a proposta é iniciar por um Meliponário Banco de Matrizes com 200 colmeias, para atender a implementação de Polos locais de produção de mel, a partir das reproduções deste Banco de Matrizes.

O documento pode ser lido na íntegra (em PDF), clicando no link abaixo.

Relatório – Instituto Peabiru – Meliponicultura no Marajó

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2 Comentários em “Instituto Peabiru publica relatório de prospecção em meliponicultura no Marajó”

  1. Luis 5
    22 de agosto de 2016 às 14:40 #

    Esse mesmo projeto foi implantado em curuçá.
    Mais foram abandonados depois que acabou o dinheiro.
    Vários Meliponicultores lá que tem caixas e não tem condições para continuar.
    Pelo custo alto das caixa.
    Não acredito mais nisso.

  2. institutopeabiru
    24 de agosto de 2016 às 11:07 #

    Olá Luis,
    Nós temos o projeto Néctar da Amazônia, que é realizado no Pará e Amapá. Meliponicultores de Curuçá são alguns dos beneficiários também. Veja em http://www.peabiru.org.br/nectardamazonia.
    No projeto nós realizamos a capacitação deles para a criação de abelhas nativas, o que contribui para o aumento da produtividade rural e complementa renda através da venda do mel.
    Em breve iremos publicar um novo relatório sobre a iniciativa, com os principais resultados e desafios.
    O relatório ficará online em nosso site e também podemos enviar pra seu e-mail.

    Instituto Peabiru

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