Produtores de açaí e andiroba do Marajó mapeiam cadeia de produção

Produtores de açaó conhecem cadeia de ponta a ponta (Foto: Suane Melo)

Produtores de açaó conhecem cadeia de ponta a ponta (Foto: Suane Melo)

Termina nesta sexta-feira, 24, em Belém, a oficina de mapeamento participativo das cadeias de valor do açaí e da andiroba do Marajó, promovida pelo Programa Viva Marajó, do Instituto Peabiru. Desde segunda-feira, 20, cerca de 30 pessoas, entre produtores marajoaras, representantes de associações e sindicatos rurais, órgãos governamentais, ONGs e empresas discutem um planejamento estratégico para melhorar e intensificar os processos de produção e comercialização desses produtos.

De acordo com o assistente do projeto do Instituto Peabiru, Manoel Potiguar, a oficina coloca frente a frente os atores dos diferentes elos da produção à comercialização. “Tudo para se conhecerem, discutirem e compreenderem o funcionamento da cadeia de ponta a ponta e a partir destas discussões elaborar estratégias para a solução de problemas e melhoramentos”, explica.

A ação faz parte do projeto de Fortalecimentos do Arranjo Produtivo Local (APL) do açaí e da andiroba, financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Ministério do Meio Ambiente. As atividades têm o objetivo de  capacitar, qualificar e aprimorar de processos operacionais dessas cadeias de valor.

Nesta primeira etapa serão 12 meses de oficinas participativas de capacitação para representantes de comunidades extrativistas e quilombolas, bem como para instituições participantes das cadeias de valor, envolvidas na execução, apoio e fomento de APL’s. Para garantir que as ações se darão com autênticos representantes locais, o Instituto Peabiru contará com a participação direta do Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Marajó (Codetem) e do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), entre outras organizações.

Durante a primeira reunião  preparatória do projeto, realizada em abril, foram apontados os principais gargalos enfrentados pelos produtores, tais como, acesso ao crédito ao produtor extrativista, produção na entressafra, escoamento do produto, variação de preço da rasa, certificação orgânica dos produtos extrativistas e as dificuldades regionais ligadas à educação.

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