Instituto Peabiru aplica questionários para levantamento socioeconômico em comunidades do Marajó

Aplicação de pesquisa servirá de base para levantamento socioeconômico de cinco assentamentos no arquipélago do Marajó

Aplicação de pesquisa servirá de base para levantamento socioeconômico de cinco assentamentos no arquipélago do Marajó

A equipe do Instituto Peabiru, que integra o projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural, realizado no arquipélago do Marajó (ATER-Marajó), finalizou mais uma etapa da aplicação de questionários visando o levantamento socioeconômico de cinco assentamentos dos municípios de Cachoeira do Arari e Ponta de Pedras. De 07 a 13 de janeiro, a equipe esteve no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Setubal, em Ponta de Pedras, com o objetivo de identificar e localizar todas as unidades familiares do assentamento.

“Desde o início das atividades, o projeto já realizou 83 visitas. Foram 50 no PAE Setubal e outras 33, no mês de novembro, no PAE Soberana, também localizada no município de Ponta de Pedras”, relata Rosemiro Rodrigues, coordenador de Campo do ATER-Marajó. “O próximo passo é continuar a aplicação dos questionários nos demais assentamentos agroextrativistas contemplados no projeto: Ilhas de Urubuquara e Xipaiá, em Cachoeira do Arari; e Ilhas Santana, em Ponta de Pedras’, complementa.

Projeto ATER-Marajó já realizou 83 visitas. Ao todo, 676 famílias serão atendidas.

Projeto ATER-Marajó já realizou 83 visitas. Ao todo, 676 famílias serão atendidas.

O ATER-Marajó é um projeto voltado para o manejo sustentável de assentamentos agroextrativistas nos municípios de Ponta de Pedras e Cachoeira do Arari. As atividades fazem parte de uma ação conjunta do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) que realizam o Plano Safra da Agricultura Familiar, para promover orientação produtiva para as comunidades da Amazônia.

Para tal, o Instituto Peabiru vai atuar durante 30 meses no desenvolvimento do projeto. Serão atendidas 676 famílias no total. Segundo a proposta da ONG, as ações serão iniciadas com a realização de diagnósticos socioeconômicos nas comunidades, como ponto de partida para a elaboração participativa de planos de organização social, desenvolvimento de atividades produtivas e comercialização da produção local.

Equipe realizou oficinas de apresentação dos objetivos do projeto

Equipe realizou oficinas de apresentação dos objetivos do projeto

“Nós nos apresentamos para todas as cinco comunidades no mês de novembro. Foi um momento para esclarecer aos moradores quem são os integrantes da nossa equipe técnica, os objetivos e as atividades previstas no projeto”, relembra Rosemiro. As oficinas de apresentação da equipe técnica ocorreu no período de 13 a 17 de novembro de 2013.

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