Tecnologia: pesquisadores do Instituto Peabiru são capacitados em “Mobile Survey”

Tecnologia permitirá ganho na qualidade de levantamentos socioeconômicos

Tecnologia permitirá ganho na qualidade de levantamentos socioeconômicos

Um dos maiores trabalhos para quem realiza diagnóstico a partir da aplicação de questionários é a etapa da tabulação. São diversas páginas de papéis a serem analisadas, com dados que precisam ser levados para o computador e assim virarem estatísticas, o que demanda tempo e dedicação. Esta, no entanto, não será mais a realidade dos pesquisadores que compõem a equipe do Instituto Peabiru, principalmente aqueles que atuam no projeto ATER Marajó. É que os técnicos receberam tablets com um software desenvolvido pela “Dgrau Multimidia” para pesquisa de campo em dispositivos móveis.

“É a chamada tecnologia “Mobile Survey”. Investimos nesta inovação para aperfeiçoar a aplicação de questionários em campo e, com isso, melhorar a qualidade dos resultados gerados”, explica Hermógenes Oliveira, coordenador de administração do Instituto Peabiru. “Para isso a equipe recebeu as instruções de manuseio da ferramenta”, conta Hermógenes. A capacitação foi realizada nesta quinta-feira (30), na sede do Instituto Peabiru.

Técnicos do Instituto Peabiru receberam treinamento para usar a nova ferramenta

Técnicos do Instituto Peabiru receberam treinamento para usar a nova ferramenta

O pesquisador Elvson Ferreira resume os ganhos com a aplicação da nova tecnologia. “Isso vai facilitar o nosso trabalho. Teremos mais agilidade na hora de coletar os dados e principalmente no momento de gerar os gráficos, já que isso será feito de forma automática. Vamos preencher as perguntas e o programa vai tabular”, diz Elvson.

“Com certeza teremos um ganho na qualidade do levantamento socioeconômico que faremos. Não teremos problemas com legibilidade, por exemplo. Ou seja, os dados serão colhidos de forma clara e sem possibilidade de preenchimento incorreto. E facilita para o pesquisador, que pode se concentrar mais na conversa com o entrevistado, sem se preocupar com formato da escrita, por exemplo”, analisa Rosemiro Rodrigues, coordenador de Campo do projeto ATER-Marajó.

A utilização da tecnologia “Mobile Survey” também permite outros benefícios, tais como: maior facilidade logística, sem a necessidade de caixas com questionários impresso em papéis, o que é bom para o meio ambiente também; gravar a entrevista, se necessário, fotografar a localidade e a família entrevistada com o tablet utilizado;; entre outros.

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