Visite o acervo online de Publicações do Peabiru

Você sabia que o Peabiru mantém um acervo de trabalhos realizados por colaboradores, ex-colaboradores, pesquisadores e parceiros? São documentos relevantes – relatórios, manuais, artigos, ensaios e teses –, sobre as diferentes temáticas nas quais a organização se envolve.

Acreditamos que tal repositório sirva para disseminar informações e contribuir ao debate de agendas relevantes à sociedade. Assim, fica nosso convite – visite o acervo aqui.

Alguns destaques:

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> Açaí Ribeirinho no Mercado Global: Adicionando Valor para Garantir Renda Duradoura para Agroextrativistas do Estuário Amazônico; e cartilha Possibilidades de Certificação como Mecanismo para Valorizar Produção Tradicional em Sistemas Agroextrativistas. Por Leonora Genya Pepper, Dra Lívia de Freitas Navegantes Alves.

O estudo investiga a certificação como uma opção ainda relativamente inexplorada entre os agricultores ribeirinhos tradicionais para enfrentar as mudanças no mercado crescente, e para que o cultivo de açaí continue sendo um meio de vida viável para os agroextrativistas, diante de desafios como problemas ambientais resultantes da intensificação de uso de terra, maior concorrência no mercado e exigência de novos mercados.

A autora, Leonora Pepper, aluna da Universidade de Yale e bolsista Fullbright no Brasil, realizou pesquisas de campo em duas comunidades ribeirinhas nos rios Canaticu e Santo Antônio (Curralinho e Igarapé-Miri, respectivamente), e foi orientada Pela Dra Lívia Alves, do Núcleo de Ciências Agrárias e Desenvolvimento Rural da UFPA.

 

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Curralinho – PA | Foto: Alan Kardek

> “Abastecimento de Água e Saneamento em Populações Ribeirinhas do Marajó: Problemas e Alternativas Desenvolvidas pela Comunidade Boa Esperança, Curralinho – PA”. Thaíssa Oliveira, Lucy Anne Guitierrez, Fernanda Silva, Laís Santos, Rayana Amorim, Sandy Ferreira, Leandro Quaresma, Verena Novaes. XXI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Novembro de 2015.

A falta de abastecimento público de água em comunidades ribeirinhas da Amazônia é um problema de saúde pública que afeta uma parcela considerável da população da região. Levando em consideração a situação de exclusão social destas populações e a necessidade de se divulgar os problemas locais, o objetivo do trabalho foi investigar as condições de abastecimento de água e saneamento da comunidade Boa Esperança, localizada no município de Curralinho – PA, dando ênfase aos tratamentos alternativos utilizados pelos moradores atualmente.

 

> “A luz da pesquisa-ação no projeto Indicadores de Sustentabilidade: um caminho para o desenvolvimento local”. Por Ana Carolina C. Vieira, Thiara Fernandes, Maria José Barney Gonzalez, João Meirelles Filho. Janeiro de 2015.

Ensaio que analisa como a pesquisa-ação-participante é capaz de fortalecer o capital social de comunidades rurais em projetos de Responsabilidade Social Corporativa, em que a elaboração de um indicadores de monitoramento do impacto da relação comercial no modo de vida dos agricultores familiares pode transformar as formas de se relacionar e a realidade destes grupos sociais.

 

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> “É sempre bom ter o nosso dinheirinho”: Sobre a autonomia da mulher no extrativismo da mangaba no Pará. Thiara Fernandes e Dalva Maria Mota. Publicado em: Revista de Economia e Sociologia Rural, vol.52 no.1 Brasília Jan./Mar. 2014.

O artigo, derivado de dissertação de mestrado em Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável da UFPA, tem por objetivo analisar o trabalho da mulher no extrativismo da mangaba sob o foco da autonomia. Um estudo de caso foi realizado na localidade de Espírito Santo, município de Maracanã, no Pará, observando principalmente a organização do trabalho da mulher (na casa e no campo), os arranjos para beneficiamento e venda e o usufruto da renda gerada pelo trabalho no extrativismo. Os resultados demonstram que a maioria das mulheres (66%) considera que tem autonomia na organização do trabalho e no uso da renda da venda dos frutos, o que contraria as pesquisas acadêmicas sobre a agricultura familiar em que o trabalho da mulher é, geralmente, subordinado ao do homem.

 

Textos disponíveis em inglês:

> From the Amazon to the World: Gender Divisions of Labour in an Emerging Value Chain. Luciana Batista Pereira. Erasmus University, The Hague, Netherlands.

Trabalho acadêmico realizado por Luciana Batista Pereira para o ISS – International Institute of Social Studies / Erasmus University, na Holanda, orientado pelo Dr. Lee Pegler, que coordena o projeto Governance of Labour and Logistics for Sustainabilty – GOLLS, do qual o Instituto Peabiru faz parte.

Trata-se estudo sobre o papel e trabalho das mulheres extrativistas na cadeia produtiva do açaí na região do Rio Canaticu, na Ilha do Marajó, Pará. Uma análise detalhada e dinâmica das atividades desempenhadas pelas mulheres e dos desafios enfrentados no equilíbrio das responsabilidades domésticas e atividades de subsistência com a comercialização do açaí, fruto nativo da Floresta Amazônica.

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> A Holistic Approach to Apprehend Traditional Communities’ of Belém Relationship to Nature. Por Thais Moreno Soares, publicado em University of Plymouth Schumacher College.  Agosto de 2016.

O trabalho, supervisionado por João Meirelles, do Instituto Peabiru, e Stephan Harding, explora de forma holística a relação de comunidades tradicionais de Belém com a natureza. Estando nas fronteiras entre floresta e cidade, e entre abundância e escassez, a essas pessoas a percepção de natureza por vezes oscila entre recurso econômico e metáfora para vida.

 > What does social upgrading mean for small-scale producers? Family Farmers and Oil Palm Cultivation – A View of Possibilities and Constraints. Por Wanêssa Marques Silva, University of Antwerp – Institute of Development Policy and Management. 2014

Em sua dissertação de Mestrado da Universidade da Antuérpia, na Bélgica, e supervisionada também pelo Dr. Lee Pegler, Wanêssa atenta para a atuação de trabalhadores e pequenos produtores como atores sociais na cadeia de valor global do Óleo de Palma, e suas possibilidades e limitações em termos de ascensão social, melhoria de qualidade de vida, e independência.

 


 

Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), com 19 anos de atividade, sede em Belém do Pará, com a missão de facilitar processos de fortalecimento da organização social e da valorização da sociobiodiversidade, especialmente para que as populações extrativistas e os agricultores familiares da Amazônia sejam protagonistas de sua realidade. Atua no Pará, Amapá, Maranhão e Bahia.

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