Peabiru publica dossiê inédito sobre Abelhas sem Ferrão da Amazônia

Publicação reúne experiências, pesquisas e resultados de mais de 14 anos de trabalho do Peabiru na meliponicultura, a criação de abelhas sem ferrão.

Atividades de meliponicultura com produtores no Lago Branco, Almerim (PA). Foto: Instituto Peabiru


Desde 2006 o Instituto Peabiru atua em atividades de pesquisa, capacitação e desenvolvimento de cadeias produtivas da meliponicultura na Amazônia. Os trabalhos realizados com povos e comunidades tradicionais na criação de abelhas sem ferrão são parte do Programa Abelhas da Amazônia, criado em 2007. Agora, essas experiências, dados de pesquisa e sistematização, além dos principais resultados alcançados estão reunidos e disponíveis gratuitamente ao público no Dossiê Cadeia de Valor das Abelhas sem Ferrão da Amazônia (Instituto Peabiru, 2020).

O Dossiê apresenta o estado da arte da meliponicultura desenvolvida pelo Instituto Peabiru nos últimos 14 anos. A publicação traz informações sobre as principais espécies de abelhas sem ferrão (capítulo 3), a importância socioambiental da meliponicultura em comunidades da Amazônia (capítulo 6), além de informações sobre legislação de autorização de manejo da meliponicultura (capítulo 7), acesso a mercados, entre outros temas. Entre os anexos o leitor encontra quadro de espécies de abelhas sem ferrão de ocorrência no Pará e relação das plantas preferidas das abelhas sem ferrão no estado.

A publicação compreende parte dos resultados alcançados pelo Projeto Néctar da Amazônia, iniciativa coordenada pelo Instituto Peabiru entre 2014 e 2018, com o apoio do Fundo Amazônia (BNDES) e parceria com a Embrapa Amazônia Oriental, FUNAI e associações comunitárias, quilombolas e indígenas do Pará e Amapá. Parte do Programa de Abelhas da Amazônia, o Projeto Néctar da Amazônia consolidou aprendizados de mais de uma década de desenvolvimento tecnológico e disseminação do conhecimento. O projeto envolveu povos e comunidades tradicionais de Curuçá, região do Salgado Paraense, Monte Alegre e Almeirim no médio Amazonas, no Pará, territórios quilombolas de Macapá e a Terra Indígena Uaçá, Oiapoque, no Amapá. O trabalho foi possível graças ao apoio de diferentes financiadores, em destaque BNDES/Fundo Amazônia, Fundação Banco do Brasil, Instituto GPA/Assaí, Bauducco, Programa Petrobras Socioambiental, Sambazon, Embaixada dos Países Baixos, Conservação Internacional e ABN AMRO Foundation. Entre os parceiros técnicos participaram instituições como EMBRAPA Amazônia Oriental e Universidade Federal do Amapá (UFAP).

Acesse o Dossiê Cadeia de valor das Abelhas sem ferrão na Amazônia (Instituto Peabiru, 2020) na íntegra gratuitamente.


Dossiê Abelhas sem ferrão na Amazônia
(Instituto Peabiru, 2020)

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